segunda-feira, abril 27, 2009

A expectativa foi maior

Fotos: Ricardo "Xico Wood"
Texto: Lizandra Gomes

Um dos shows mais esperados do ano no meio alternativo já aconteceu, Júpiter Maçã finalmente veio à Maringá levando um público considerável ao Tribos no dia 18 de abril.
Antes do show tive o prazer de conversar com ele numa entrevista que vai ao ar nessa quinta-feira às 23 horas (você poderá ouvir pelo site da radio ou sintonizar 94.3FM). Vale ressaltar que durante a entrevista foi possível perceber que o pouco tempo que ficou parado fez muito bem a ele, já que elegância foi a primeira impressão que me passou. Mas quando perguntei sobre essa nova era de shows que ele está fazendo (pós-rehab) ele disse, com todo seu sotaque gaúcho misturado com os anos que morou em “London”, que o show passaria por todas as suas fases, tocando todos os “hits” de sua carreira e ainda finalizou com “Vai ser um show exciting”.

Pois bem, não tão elegante quanto na entrevista, vestindo uma blusinha preta agarradinha mostrando uma pancinha saliente, um coturno preto e um chapéu do estilo cartola, Júpiter Maçã chegou no bar entre uma e meia ou uma e cinqüenta da madrugada. Acompanhado de sua banda (de peso), com Thunderbird, Astronauta Pinguim, Dustan Galas e Felipe Maia, ele começou o show com a música “Querida Superhist x Mister Frog”, o que animou o público.

Aliás, um dia antes, dia 17 de abril ele fez um show em Londrina inaugurando uma casa noturna, e alguns fãs que assistiram o show de lá também vieram agitar no Tribos e durante a apresentação eles gritavam e cantavam incansavelmente músicas do Cascavelletes e TNT (primeiras bandas que o Júpiter participou, não exatamente nessa ordem). Muito bem humorado, (ou não) ele apenas respondeu “Vejo que tem alguns fãs de Cascavelletes aqui”.

Mas voltando ao show, quem esperava um “Sétima Efervescencia” (primeiro disco solo dele) só pode desfrutar desse momento quando tocou “Lugar do Caralho” (música do Júpiter eternizada por Raul Seixas), “Miss Lexotan 6 mg” e finalizou o show com “Essência Interior”. O resto do show foi intercalado com as músicas bossa-nova eletrônica do “Plastic Soda” (disco lançado em 1999), do último disco dele o “Uma Tarde na Fruteira” (lançado no Brasil final do ano passado) que eu me lembre ele tocou apenas “A marchinha psicótica do Dr. Soup”, o hit do seu último disco.

Pois bem, no final do show ouvi muitas críticas a respeito da performance de Júpiter no palco, já que ele não foi tão performático quanto era de costume ver nos shows espalhados pelo You Tube. Sua performance foi “simpática” porém simples, fez o que devia fazer, conversou levemente com o público, tocou as músicas que quis e foi embora.

quinta-feira, abril 16, 2009

Novidades e Júpiter Maça

Hoje no Garagem estréia um novo quadro. À partir desse programa Flávio Silva, da Sonic Flower Club estréia seu quadro "Momento Sonic Flower", com informações e a sua opinião sobre o independente nacional.
Não percam hoje (quinta-feira) às 23 horas, com reprise sábado às 17 horas e segundas às 18 horas, na RUC 94.3 FM ou on line pelo site da rádio.

E falando em Sonic Flower, é sempre bom lembrar, nesse sábado tem a lenda do independente nacional, Júpiter Maçã, a partir das 23 horas no Tribos. Eu vou!

Um beijo, encontro vocês lá (no programa e no show).

sexta-feira, abril 03, 2009

Isso sim é punk

Bendito o dia em que eu estava na rádio (94.3FM) e esbarrei com dois rapazes. Logo o coordenador da rádio, Elias Gomes de Paula, a voz, veio falar comigo “Lizandra, esses dois rapazes têm uma banda, dá uma olhada no MySpace deles”.
Sempre que alguém me indica uma banda tenho duas sensações, fico curiosa e ao mesmo tempo desconfiada, fico imaginando “Será que isso presta?!”, e na maioria das vezes tenho muito azar, já ouvi muita coisa ruim na vida. Então, quando cheguei em casa fui ouvir a banda que esteve na rádio naquele dia e para a minha surpresa exceções realmente acontecem, estou falando dos maringaenses do “Ted Gugu e Os Espanta Neném”.
A banda existe a mais de três anos, é formada por quatro maringaenses: Josimar (vocal), Domingos(baixo), Rafaele(bateria) e Rodrigo (guitarra). E juntos eles formam uma das melhores bandas de punk rock nacional que eu já ouvi na vida.

Acredito que pra fazer música você deve valorizar as pequenas coisas que acontecem ao seu redor, e isso com certeza esses quatro meninos sabem fazer, em primeiro lugar pela história do nome da banda. Em uma rixa de bairro um certo garoto chamado Ted Gugu pichou em um portão do bairro ‘inimigo’ a frase ameaçadora “Ted Gugu e Os Espanta Neném”, ou seja, o tal Ted Gugu montou uma gangue para espantar o adversário, Neném. Quando os rapazes viram isso prometeram que assim que formassem uma banda, seria batizada com essa frase.

Outro ponto forte da banda são as letras sarcásticas, que tratam de forma bem humorada algumas questões sociais e conflitos pessoais, como frustrações, vingança, pulverização do sexo pela sociedade, entre outros motivos que compõem as letras das canções da demo que os rapazes lançaram ano passado, a “Berçário para lunáticos”.

O último trabalho do “Ted Gugu e Os Espanta Neném” é o single “Eu sei Dirigir”. A música lançada virtualmente é uma brincadeira com jovens que pegam o carro escondido dos pais.
Bom, não tem o que comentar, o rock deles é puro, simples, e punk. Eu que já assisti um show deles sei que punk é a palavra de ordem.
M
as se quiser conferir o som deles antes pra cantar as músicas junto e bem alto, é só acessar o MySpace deles .

domingo, março 15, 2009

Festa para animar o seu meio de semana


Galera, pra quem tava sentindo falta de rock no meio da semana, dia 19 de março vai rolar a 1ª edição da T.RECS.

Alguns amigos, sedentos por rock de "boate", cansados da falta de opções em Maringá prometem que essa festa vai relembrar os bons tempos das Sonics de quinta no Tribos velho.


Quanto ao som, pode ir bem animado! Com certeza você vai ouvir muita coisa legal e se acabar na pistinha xadrez do D-Vinyl.

O bar vai abrir às 21h. Aproveitem e cheguem cedo porque até as 23h são r$5 e depois o preço sobe pra r$7.
Eu vou, e vocês?

sexta-feira, março 13, 2009

Aqui tem muito rock and roll

Texto: Mariana Ferré
Fotos: Divulgação

Para quem decidiu sair no sábado, 07 de março, e não compareceu ao Pub Fiction, perdeu uma noite movida pelo rock and roll. O 1° Concurso de Bandas com Composições Próprias, organizado por Natan, dono do bar, movimentou a casa como um bom show de rock deve fazer, apesar de ter havido alguns problemas no som.

O esquema de votação foi voto popular, cada pessoa recebeu um papel na entrada, com o nome de todas as bandas e o espaço para as notas, que iam de 3,0 a 10,0. O prêmio para o 1° colocado é de R$ 250 e para o 2° R$ 100. Natan disse que gostaria de ter dado um prêmio melhor, mas que nenhuma das lojas que ele pediu apoio aceitou contribuir.

Foram 16 bandas com estilos bem variados, cada banda teve 20 minutos no total para se apresentar, 15 minutos para se arrumar e cinco para tocar uma música.

Porém, nenhuma delas ficaram em apenas uma música, as que tiveram maior aceitação do público chegaram a tocar três ou até mais. As bandas maringaenses que se apresentaram foram:Flyer, Black Card, Serena, Mindwall, Hiroshima me Devora, Cash in Flowers, D_tubus Rock, Primórdios, Kyrie, Let’s Rock, Quarentine e ainda Tente Mudar o Amanhã e Brazilian Cajuns de Londrina, Revelia de São José do Ivaí, Antídoto de Palmas e Yoga de Campo Mourão.
Apesar de todas as bandas terem feito um ótimo show, algumas em especial, merecem um destaque devido ao bom som, a boa presença de palco e ao estilo único que mostraram.

Entre elas, a banda maringaense Black Card formada há 5 anos por Mauricio (Vocal, guitarra e trompete), Guilherme (Guitarra e vocal), Allan (Bateria), Aurélio (Baixo) e Herculanum (trompete e vocal), ela tem um estilo hardcore/ska, que lembra um pouco de Dead Fish e Bad Religion. A banda teve alguns problemas de som na primeira música, mas depois mostraram que não estavam ali só de passagem, levantaram o público com ‘Viajando com Ari’ e para a surpresa geral o vocalista tirou um trompete, sabe se lá de onde, e deixou todos de queixo caído. O som ficou ótimo, a galera ficou maluca. Eles se tornaram fortes candidatos para ganhar o concurso, o trompete entrou na hora certa e eles mandaram muito bem. Para conhecer melhor:
http://myspace.com/bandablackcard

A banda vinda de São José do Ivaí, Revelia, não deixou ninguém parado. Formada por Colai Frez (bateria), Gui Lopes (vocal), Leandro Regattieri (guitarra) e Virgilio Borges (baixo), eles têm um estilo próprio com suas críticas à política e ao país. Estão na linha do estilo da banda Faichecleres, misturado com rock anos 80. O vocalista, com uma dançinha pra lá de irreverente, conquistou algumas fãs por aqui. Com a música ‘Sistema’, que faz uma forte crítica aos políticos, o pessoal aprovou nos gritos e pulos e no fim tinha gente cantando o refrão ‘a gente quer tocar no Distrito Federal, já que a festa rola solta no Planalto Central’ é eles tem futuro. Entrem em contato:
http://bandasdegaragem.com.br/revelia



A banda Antídoto, de Palmas, formada por Leandro Scalcon (guitarra e voz), Luis Fernando Rankel (baixo), Miriam Argenta (violoncelo) e Bruno Alves (bateria), merece um destaque especial, pois lançaram seu primeiro CD em janeiro e o melhor, distribuiram para a galera, eles têm um diferencial, Miriam, com seu violoncelo deu um toque feminino nesse grupo. Com influências de hardcore, em especial Bad Religion, a banda é indescritível e de fácil acesso com comunidade no orkut, myspace e vídeo no youtube. Acessem: 
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/Antidotopalmas/

Agora sem querer desmerecer as outras bandas, mas irei comentar sobre uma em especial que foi a que mais mexeu com a galera, a que mostrou um rock diferente, a que enlouqueceu o público. A banda Brazilian Cajuns, de Londrina, formada por Sinner Jack (Vocal), Herbie Nelson (guitarra), Billy Boy (bateria), Dirty Joe (gaita) Kinky Lawless (violão) e Kid Step Bill (contra baixo), veio com suas influências de Johnny Cash, Bob Dylan, Ernest Tubb entre outros. Caracterizados estilo faroeste, com direito a bota, chapéu, fivela e até lenços amarrados no pescoço, a banda chamou atenção desde a hora em que chegou ao local. Todos estavam curiosos para saber o que aquela banda iria aprontar e quando finalmente tocaram a música ‘Um cavalo chamado cavalo’ a galera foi ao delírio. Foi a banda que ficou mais tempo no palco, tocaram sete músicas e mais algumas após o término do concurso. O vocalista com uma voz inconfundível, o batera tocando em pé e todos animados, foi o que marcou essa apresentação. Com um estilo rural misturado com a energia dos roqueiros essa banda ainda vai dar o que falar. Acessem o my space deles, vai valer a pena:
http://myspace.com/braziliancajunssouthernrebels

Como diria o pai do rock brasileiro, Raul Seixas: “É rock, é um toque, é forte!!”

domingo, março 08, 2009

Programa Garagem #1 (2009)


Trilha: Ted Gugu e os Espanta Neném
Primeira Música: "Eu Sei Dirigir"


PRIMEIRA PARTE

"Dicas de Gaioto"

- Américo Cardoso
- Mixtape
- Koti e os Penitentes

"Bandas mais Esperadas do Ano"

- Pública - Bicicleta
- Vanguart - Just To See The Blue Eyes See
- Júpiter Maçã - Canção para Durmir


SEGUNDA PARTE

Entrevista com Ted Gugu e os Espanta Neném

Clique aqui para ouvir a primeira parte
E aqui para ouvir a segunda parte

sexta-feira, março 06, 2009

Novos rumos para Nevilton





A banda cheia de simpatia, Nevilton, de Umuarama, ganhadora do prêmio de melhor banda de Maringá e região do Sonic Flower 2008, esta prestes a gravar o seu primeiro CD, com 12 musicas próprias, eles estão confiantes de que agora a banda vai ganhar um reconhecimento, quem sabe nacional. O que não é difícil, pois com suas influências de indie rock e bossa nova, dançantes estilo Modest Mouse, essa mistura toda forma como dizem por ai ‘um indie rock abrasileirado’ e eles vem agradando o publico, que sempre é fiel aos shows da banda.

Formada por Nevilton de Alencar (guitarra e vocal); Tiago Inforzato (baixo) e Fernando Livoni (bateria) têm quase dois anos de formação e vêm ganhando cada vez mais espaço na cena do rock independente.

A recente composição de Tom é um pouco diferente das outras musicas dele e com uma parceria pra lá de especial de Luanna Belini, ‘Nas esquinas de Umuarama’ vem com um estilo meio rock rural, juntando o sertanejo, rock e mpb que rola na cidade. “É a mistura de umas guitarras de blues e moda de viola” completou Tiago.

A banda ganhou reconhecimento do publico de fora por meio das musicas que soltaram pela internet e pelos festivais que participaram. As pessoas escutam, gostam e entram em contato, agendam shows e é por essa linha que eles chegaram ao sonho da maioria das bandas de garagem, a gravação do primeiro CD. Foram para São Paulo na madrugada de sábado para domingo (28 de fevereiro) e vão ficar por lá essa semana trabalhando em cima da gravação, no estúdio YB. “Acho que só as doze musicas vão fazer sucesso.” Brincou Nevilton bem confiante. O que não é de se duvidar, sempre com suas próprias composições a banda é um espelho para outras de Umuarama.
Esperamos que eles voltem de ‘férias’ com toda a energia para a divulgação do CD.

Agora é só aguardar para saber o resultado desse trabalho, que com certeza não vai decepcionar.

Acessem o site da banda para conferir a agenda e conhecer suas musicas: http://nevilton.com.br/.




Por Mariana Ferré

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

O Carnaval do Rock

Mesmo após o Carnaval, o Programa Garagem deixa suas dicas para uma folia mais produtiva.

Início do ano, mentes preguiçosas, festas e mais festas. Este é o carnaval, prato típico brasileiro indispensável no banquete de imagens pré-fabricadas que os gringos têm de nosso país. Mas, não se engane, nem só de batucadas vive a festa. Em terras carnavalescas, o rock também samba.

Para muitos, é de se estranhar, mas cidades consideradas capitais da folia são redutos de grandes bandas e artistas com talentos únicos. Vejam só: em Olinda, Pernambuco, podemos trocar o frevo por China, mistura do sentimentalismo da jovem guarda, gritos enlouquecidos e sorte, muita sorte.
Não é qualquer um que tem o apoio de duas instituições como China tem. MTV e Roberto Carlos, pilares de uma ascensão no cenário nacional. A primeira, além de ser parceira no lançamento do CD e DVD “Sintonizando Recife”, vem o adotando como novo queridinho da casa. Vinhetas e programas estrelados por ele são freqüentes. O rei, por sua vez, o serve de inspiração e comparação. Para muitos, o pernambucano canta da mesma forma que Roberto, e, sendo assim, há de se convir: não precisa-se de mais nada quando se tem a voz real.

Mais além, na Ba
hia, trocaremos também os orixás, abadás, acarajés, e tudo mais, por Cascadura. Em Salvador, a banda já constrói uma história de 17 anos, 4 cds lançados e muito respeito por todo o Brasil, sendo inclusive freqüentadora assídua de programas televisivos. Apesar do som dos soteropolitanos ter influência country e indie, ele pode ser enquadrado entre um dos bons pop/rock nacional, e também é uma ótima pedida para o feriado.

Por fim, como não p
oderia faltar, chegamos ao Rio de Janeiro. Lá, poderia citar diversos e diversos artistas
com qualidade sonora acima da média, mas, como o samba o é por lá, citarei alguém famoso, reconhecido e sacana. Nada contra Marcelo Camelo, aliás, sua música é boa demais. Também, o que ele faz fora da música pouco me importa. Entenda-me, não troque seu carnaval por pegas pedófilos, sim o troque por uma bela obra de arte que é o recém-lançado disco do ex-hermano, “Sou”. Que disco! Melodias lindas, letras bem pensadas e muito sentimento fazem do CD um dos melhores lançados na cena em 2008, senão o melhor.

Ficam aí minh
as sugestões. Acredito que uma guitarra em punho sempre será o melhor objeto para se pular carnaval, porém, o que entra em sua avenida, amigão, é de sua escolha e problema. Faça bom proveito.

Por Erick Gimenes

A volta

Eu sei que muitos devem estar ansiosos e curiosos para a volta do Programa Garagem. Então não percam a partir da primeira semana de março, no mesmo horário o programa do independente nacional.

sábado, dezembro 06, 2008

Let's Guitar!


Hoje (sáb, 06 de dezembro de 2008 - vai saber quando vamos atualizar isso aqui), lá na Base, tem a final do primeiro campeonato de Guitar Hero de Maringá. Bom, nada contra o joguinho, mas o importante mesmo é dizer que para a festa de encerramento do campeonato, vai rolar shows das bandas Dissonantes (Curitiba), Bety by Alone (Maringá) e Ecos Falsos (São Paulo).

Pela terceira vez na cidade, o Ecos Falsos lançou no ano passado um dos melhores discos nacionais do ano!, o “Descartável Longa Vida”. O Dissonantes vem para Maringá pela segunda vez esse ano, na primeira muita gente elogiou o show. Eles também lançaram no começo desse ano o disco “Cassino”, muito elogiado por aí. E o Betty by Alone não precisa nem falar, considerada por muitos a melhor banda maringaense.

Os ingressos antecipados para a festa custam apenas r$10!


quarta-feira, dezembro 03, 2008

Programa #21


Trilha: "Tipo Exportação", Café Com Blues
Primeira música: Blues na Caatingueira


"Festival Calango 2008"
- Curumin - Esperança
- The Dead Lover's Twisted Heart - Huckleberry Finn
- Walverdes - Altos e Baixos

"40 Anos de Mutantes"
- Merengue Brutal - Se Fores Fazer Uma Cirurgia
- Três centavos - Spleen
- Bonifrate - Os Anões da Vila do Magma


"Sobre o Hibridismo Cultural"
- Maria do Relento – Rock and Roll Whisky
- Semiinsano – Até Onde Chegar
- Helio Guerson e Carlos Guerson – Ana Lúcia

"Singles Perdidos Pela Internet"
- Hiroshima Me Devore - Mathias Rust
- Nanan - Pitoca Pitoquinha
- Supercordas - Mágica

Clique aqui para ouvir a primeira parte do programa
E aqui para ouvir a segunda

sexta-feira, novembro 28, 2008

Programa #20


Trilha: "Arthur Faria e Seu Conjunto", Arthur Faria e Seu Conjunto
Primeira música: Milonga da Moça Gorda


"Bandas Que Precisam Gravar Mais Músicas"
- Acidogroove - O anti-herói
- Ramiro, o quinto - Hello
- Pão de Hambúrguer - O Campeão da Apatia

"Clássicos da Música Independente"
- Acabou La Tequila - Disk China
- Little Quail and The Mad Birds - 1, 2, 3, 4
- Zefirina Bomba - Pode Ser


"Bandas Que Aprontam Um Verdadeiro Pampeiro "
- Banda Wills - Sobrenome
- Giannini - Um alguém
- Os Kompressores - Anita

"Bloco de Gaioto Para Richard"
- High High Suicides - Devils Girl
- Valentinos - Tardes Frias
- Identidade - Jogo Sujo

Clique aqui para ouvir a primeira parte do programa
E
aqui para ouvir a segunda

quarta-feira, novembro 19, 2008

Programa #19


Trilha: "Os Cabinha", Os Cabinha
Primeira música: Tio Gordão

PRIMEIRA PARTE

"Bloco dos Estagiários"
- Dee Diedrich e os Marlenes - Equação Absurda
- All The Hats - No Borders
- Mar Céu Azul- Jo ão

"Bandas Com Metais"
- Siba e a Fuloresta - Doze Linha
- Sapo Banjo - Música Pra Bailar
- Arthur de Faria e Seu Conjunto - Um Teco Teco Amarelo

SEGUNDA PARTE

"Bandas de Minas Gerais"
- Porcas Borboletas - Lembrancinha
- Radiotape - Tarde Demais
- The Dead Lover's Twisted Heart - All Night Long

"Acorde Universitário"
- The Cockroaches - Impressão Sem Coração
- A Inimitável Fábrica de Jipes - Na Mochila Cabe o Mundo
- Stoned Beavers - Drive-Me Crazy



Clique aqui para ouvir a primeira parte do programa
E
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quarta-feira, novembro 05, 2008

Wander Wildner em Maringá


Como você já deve estar sabendo, sábado Wander Wildner está de volta à Maringá para um show na Base. O repertório está direcionado com músicas do seu CD “La Canción Inesperada” lançado esse ano. Quem abre o show é a banda de Umuarama, Nevilton.

Wander lançou seu primeiro disco solo “Baladas Sangrentas”, pelo seu próprio selo Fora da Lei em 1996. Desde então foram quatro discos, uma coletânea e um acústico MTV, até chegar nesse último álbum.

Se você nunca ouviu o Wander Wildner ao vivo, não perca essa oportunidade!

Data: 08/11/2008 (Sábado)
Local: A Base (Av. Cerro Azul, 323)
Ingressos antecipados R$ 15,00 na Jay Pee (Av. Tiradentes, 87 / 3026-3485)

sábado, novembro 01, 2008

Podem parecer desajustados, mas não foram criados no computador

Texto: Lizandra Gomes
Fotos: -show: Bar Garage 570
-entrevista: Silvia Horta



Em Curitiba, no último dia 25, assisti ao show de uma das bandas mais reconhecidas da cena independente. Com suas roupas demodês, sapatos a la Jerry Lee Lewis, e o velho riff de guitarra mod (mesmo eles afirmando de pé junto que não são modes), vi de perto eles cantando “Metida demais”. Pra quem acompanha o rock alternativo sabe que estou falando dos curitibanos do Faichecleres.

O trio fez um show, pelo menos pra mim, histórico nesse dia. Em primeiro lugar porque fazia um ano que eles não tocavam em casa. Em segundo, quem abriu o show dos caras no bar Garage 570, foi a também curitibana Relespública, que não agradou muito com seu CD novo, moralismo demais, acredito ter agradado só o Greenpeace.

Mas outros fatores fizeram dessa noite especial, o ex-integrante Charles Britto, que teve que sair da banda em 2001 quando sofreu um acidente de carro, fez uma participação surpreendente. Segundo o guitarrista Marcos Gonzatto o combinado com Charles era para ele apenas tocar uma música, mas ele subiu no palco sem muletas, tocou três músicas e ainda deu um show de presença de palco quando deitou no chão e delirou ao som da sua antiga banda. “Foi como voltar no início da banda, lá em 1998, 1999”, comenta Marcos.

E por falar em integrante que teve que sair, o Faichecleres afirma para aqueles que achavam que a banda ia acabar depois da saída de Giovani Caruso, que continuam firme, fortes e produzindo. A saída do músico de início gerou um certo desconforto no grupo, Marcos Gonzatto até me disse que “ficou sem chão” com o anúncio de sua saída, mas que o Faichecleres para ele é um exemplo de superação. A entrada do contrabaixista Emidio Jorge em fevereiro, fortaleceu ainda mais a banda. Suas influências, seu conhecimento de harmonia, e o fato de tocar piano (sim, teve até piano no show) está ajudando a evolução do som da banda.

Mas falando em produção, a banda já está divulgando seu terceiro disco, que sai em março. No show que assisti em Curitiba, eles já tocaram algumas musicas desse novo álbum e me contaram em primeira mão o nome desse disco novo: “Uma noite daquelas”, que é também o nome de uma das faixas desse disco.

Em relação às novas musicas, percebi que eles não perderam o “charme” das letras típicas Faichecleres: “Ele gostou de ter duas namoradas”; “No final você vai se humilhar e vai pagar pra ver o meu show”; “Augusta me provoque, vamos brincar com a nossa sorte”, enfim, alguns chamam de machismo, mas todo mundo gosta, pelo menos eu adoro! Mas voltando a esse novo som, achei que as músicas estão com um toque mais pesado, mais inconseqüente, menos “The Who”. E o baterista Tuba me falou que o Faichecleres nunca foi mod “nossas influências são de músicas boas”. Por que será que todo mod não assume que é mod? Quem tiver a resposta me manda um e-mail.

Mas voltando ao novo disco do Faichecleres, como disse está um pouco diferente do que a galera está acostumada, segundo os meninos da banda eles estão em fase de evolução, mas “quem quer ouvir ‘Aninha sem tesão’ ouve o primeiro disco. Quem quer ouvir ‘Garotinha da mamãe’ ouve o segundo”, simples assim, explicou Tuba Caruso.

E além das novas canções da banda, durante o show fui surpreendida por versões das minhas duas bandas preferidas. A primeira do Júpiter Maça, eles fizeram um cover da música “Casalzinho pegando fogo”, e tenho que comentar que a platéia inteira pegou fogo nesse momento. Mas o que mais me deixou surpresa, foram as duas músicas que tocaram do AC/DC, esperava ouvir um The Who, nunca o hard rock dos australianos que não saem da minha cabeça. Mas depois conversando com Marcos Gonzatto, ele revelou que é um grande fã da banda e principalmente do saudoso vocalista Bon Scott.

Mas para finalizar a minha experiência com Faichecleres, tenho que repetir, é uma banda surpreendente. Para quem tentou me alertar dizendo que a banda não é mais a mesma, pode ser que sim, afinal dessa vez Tuba Caruso não lambeu minha orelha (já que, quando estiveram em Maringá, em entrevista ao Garagem, fui vítima de tal fatalidade). Mas diria que o Faichecleres ainda vai permanecer tão bom, tão rock’n roll como sempre foram, e quem sabe deixar seus passos na calçada da fama.

quarta-feira, outubro 29, 2008

Faltou falar sobre o fogão

Texto: Thiago Soares
Fotos: Timbre Noise


“O fogão tem várias bocas”, essa foi a frase da organização do primeiro Timbre Rock Festival. Fugindo das panelas já existentes na música em Maringá, a família Timbre Noise & Low Records produziu no começo de outubro um festival de rock no Tribo’s bar que reuniu ao todo 23 bandas de vários lugares do país.

O festival não foi como o esperado. A falta de público no terceiro e quarto dia levaram a um fim precipitado do festival, mas mesmo assim, o evento cumpriu com seu objetivo de servir como “vitrine para novas bandas”. Quem foi em algum dos dias do festival pode conhecer pelo menos uma banda que nunca havia estado nos palcos maringaenses. Bandas bacanas que por aqui passaram e deixaram sua marca na cidade, além de bandas velhas conhecidas do público maringaense que como sempre fizeram ótimos shows.

Se destacaram no festival, bandas como a maringaense Seres Inteligíveis vindos do Hiperurano e a banda de Rolândia Os Perdigotos que fizeram belas apresentações no primeiro dia do Timbre Rock.

Já no segundo dia, quem fez a diferença foi o Nevilton de Umuarama. Com suas músicas, pulos e até um discurso no final (“o lado de cima do Paraná também vive, valorizem as bandas daqui”) realmente conquistaram os poucos presentes que ainda não conheciam a banda. E claro, a banda maringaense Ted Gugu e Os Espanta Neném, que mostraram um punk bem Ramones de qualidade. Além de The Name e do The Melt.

No terceiro e que veio a ser o último dia do festival - já que o quarto dia foi cancelado por falta de público -, que se destacou foi o Fluxodrama de Curitiba e o Toa Toa do Rio de Janeiro.

Se deu certo ou não o festival, isso não vem ao caso. O importante é creditar a coragem que os organizadores tiveram de fazer algo desse tamanho na cidade, isso ainda, com todos os imprevistos, como o roubo dos equipamentos do bar um dia antes.

Se você perdeu, fiquei tranqüilo, a família Timbre & Low não vai parar. No dia 21 de novembro eles já trazem de volta para a cidade o Fluxodrama.

sábado, outubro 25, 2008

Sabonetes e Hospital Doors

A banda curitibana Sabonetes se apresenta hoje em Maringá. Pela primeira vez na cidade, os caras dividem o palco do Tribo's com a banda maringaense Hospital Doors. Os ingressos antecipados custam R$10,00 e podem ser adquiridos na loja Austrália.

domingo, outubro 12, 2008

Lição de Vida do Pão de Hambúrguer


Diretamente de Curitiba, no Paraná, o Pão de Hambúrguer é uma das bandas mais legais que conheci esse ano. Desde que ouvi pela primeira vez, fiquei sempre procurando uma nova música perdida pela internet (as poucas que eles disponibilizam não são suficientes para matar minha vontade de ouvir a banda). Esses dias, em uma dessas buscas por músicas do Pão, me deparei com esse vídeo aí, feito pela Destilaria.

sexta-feira, outubro 03, 2008

Primeiro Timbre Rock Festival




Nos dias 9, 10, 11 e 12 de outubro Maringá vai sediar o primeiro Timbre Rock Festival. Entre os quatro dias de festival, a cidade vai receber mais de 20 bandas de vários lugares do país.

Para escrever uma matéria sobre o festival, acabei entrevistando Fábio Pereira, um dos organizadores. Como a matéria acabou não rolando (por motivos especiais) resolvi publicar a entrevista com ele, afinal, já estava feita mesmo. Leia a entrevista, confira a programação do festival e vá!

De quem foi a idéia desse festival? e Qual o objetivo dele?

Timbre Noise: A idéia é da dupla Fábio Pereira e Franciano de Paula e vem antes mesmo de existirem a produtora e a gravadora,pois nas décadas de 80 e 90 presenciamos um "BOOM" na cena rock de Maringá e região! Isso nos motivou a montar banda e mergulhar de cabeça no mundo do Rock Independente. Shows com bandas de todo Brasil e até mesmo gringas eram frequentes em nossa região. Isso acontecia sem a forca da internet e tudo mais. Mas rolava, e rolava bonito de se ver. Bandas como Yo la tengo, Make up,Man or Astro man,e até o ilustríssimo Jon spencer and the blues explosion baixaram na cidade canção inacreditável aquilo tudo.

Hoje, estamos trabalhando para alcançar nosso objetivo de fortalecer a cena "Rock Independente" de Maringá e região. Enquanto todos se deslocam às grandes capitais, nós com a ajuda da internet, correios e de produtores de todo o Brasil estamos nadando contra a maré, trazendo todas essas bandas para um evento de qualidade aqui em nossa cidade. O que queremos realmente é engrenar nossa cidade novamente no cenário de shows, não só com bandas conhecidas, mas trazer bandas independentes de outros estados e de fora do pais como antigamente. Unir estilos diferentes de rock e arte independente. Queremos melhorar a cultura underground e assim formar um coletivo ainda maior pra que tudo não fique na mesmice.

Nunca se produziu tanto evento independente em nossa cidade como agora; TIMBRE ROCK FESTIVAL vem para fortalecer ainda mais a cena, com mais de 20 bandas de todo o Brasil tocando muito rock em 4 noites em nossa cidade.
Cara, esse seria o primeiro festival de rock de Maringá? O que difere ele de outras tentativas que já rolaram aqui na cidade, inclusive, tentativas de vocês?

Timbre Noise: O Timbre Rock Festival não é o primeiro festival de rock de Maringá, o Leprechaus reuniu muita banda boa da cidade em algumas edições. E com certeza não será o último a bater nessa tecla de movimentar e tentar expandir mais a nossa cena local, e creio que um "Festival" bem feito, bem organizado e com a visão como a que estamos produzindo, abre espaço pra muito mais gente mostrar seus trabalhos e também produzir seus próprios festivais.

Nossa proposta para este "Festival" difere de tudo o que já foi feito em Maringá, em numero, gênero e grau. Iniciamos a elaboração do projeto logo após o Grito Rock Maringá no final de fevereiro. A execução de nosso cronograma iniciou em maio para que pudéssemos trabalhar com tranqüilidade e fazer um Festival de qualidade.

Quanto às tentativas anteriores, realizamos nosso primeiro Festival em Dourados MS que foi o "Cena Noise" em Novembro de 2007 e contou com os shows de bandas locais e de bandas que nossa produtora estava trabalhando na época, MONOtune (SP) e Wolf Attack (PR).
Logo em seguida, trouxemos o Grito Rock para uma edição em Maringá, que contou com a presença de 20 bandas em duas noites de muito rock&roll. Agora entramos com a proposta do nosso próprio festival de forma totalmente independente e que vai muito além de nossa cidade.

Esse festival é ligado a Abrafin? Se for, qual a importância de um evento ligado a Abrafin por aqui?

Timbre Noise: Não, não temos nenhum vínculo com a Abrafin, estamos trabalhando com parcerias, contatos, com produtores que fazem parte do circuito Fora do eixo, Abrafin e Espaço cubo. Mas com certeza todos eventos relacionados a Abrafin são de ótima qualidade e de muita importância para qualquer cidade.

Entrar para a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FESTIVAIS INDEPENDENTES não depende só do querer, é preciso trabalhar bastante e cumprir uma série de etapas até conseguir efetivamente fazer parte, o que estamos caminhando para.

Um festival como esse coloca Maringá na rota das bandas independentes do País?

Timbre Noise: Com certeza um festival como este que abre espaço para as bandas independentes é muito procurado. E hoje com a internet, o "TIMBRE ROCK FESTIVAL" contou também com inscrições de algumas bandas de países como Portugal e Argentina. Isso com certeza ajuda a fazer brilhar ainda mais o nome Maringá, no mapa dos shows de bandas independentes.

Quem já fez rock aqui em Maringá, sempre quer voltar, isso é muito bacana! Podemos ver pelo line up que não tem muitas bandas da cidade tocando no festival, por quê? Timbre&Low: Simplesmente por falta de inscrições, a galera das bandas da cidade não deu muita bola pro festival.

Nosso festival trabalha como todos os outros, com inscrições e ninguém se deu o trabalho de entregar o material na data programada, não achamos justo, simplesmente colocar bandas da cidade porque teríamos um custo menor, ou apenas por serem bandas de amigos. Como em todo evento desse porte, montamos nosso regulamento e nossa inscrição, quem botou fé e participou enviando material que era necessário está dentro.

Maringá já tem um certo reconhecimento como local para shows de bandas de fora. Qual a diferença agora com um festival?

Timbre Noise:
Maringá era reconhecida há muito, mas muito tempo atrás antes de muita coisa vir acontecer, essa galera que hoje movimenta a nossa cena local, na época de Aeroanta, Alcatraz, Tribo´s, Caixa D'agua, Dalata e RastaRock eram apenas espectadores ou ainda não tinham idade pra estar perambulando na noite.

Estes bares pelo menos pra nós do coletivo Timbre&Low marcaram a cena rock de Maringá por tocarem rock e todos ao mesmo tempo trazendo muitas bandas boas pra muita gente que nem sabia o que era rock independente.

A diferença é a certeza de que ao menos uma vez ao ano teremos bandas de todo o país e até mesmo de outros países com sons e formatos diferentes fazendo muito rock em nossa cidade. Mas no momento o que realmente achamos importante é voltar a ter uma cena unida! E com isso, trazer essas bandas que vem para os festivais da Família Timre&Low para fazer shows durante o ano todo em Maringá.

O festival vai ser tornar fixo na cidade?

Timbre Noise: Sim, tanto GRITO ROCK edição Maringá, quanto TIMBRE ROCK FESTIVAL a partir de 2009 passam a fazer parte do calendário anual de festivais.

segunda-feira, setembro 22, 2008

O que dizer sobre Móveis Coloniais de Acaju?

texto: Thiago Soares
foto: Jorge Mariano



- O que você acha de Móveis Coloniais de Acaju?
- Bom, sei lá, dependendo da decoração, fica bom.

Faz tempo que estou enrolando para escrever sobre o show do Móveis Colônias de Acaju que aconteceu dia 14 de setembro em Maringá, no Tribo’s Bar. Hoje, depois de mais de duas semanas do show, tudo o que eu queria dizer, já foi dito por pessoas que também presenciaram o espetáculo. “Melhor show do ano”, “melhor show que já vi no Tribo’s”, “melhor Sonic Flower que já fui”, essas e mais algumas dessas frases explicam melhor o que eu quero dizer.

Não é qualquer banda que consegue colocar tanta gente num domingo no Tribo’s. Não é qualquer banda que segura a galera até tarde lá. Mas o Móveis consegue.

Um show fantástico, todo pronto, todo certo para agradar a galera, e sem forçar nada para isso.

Realmente não tem muito que falar sobre o show, as fotos e os vídeos espalhados por aí explicam melhor do que algumas palavras. Veja as fotos aqui, alguns vídeos aqui e tire vocês mesmo suas conclusões.