quinta-feira, setembro 06, 2007

Programa #57 (06.09.07) - Entrevista com Alma Mater (SP)

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Sim, eles gostam de Radiohead

Trilha

Alma Mater (SP)
1ª música tocada: "Blues Banks Case"

Bloco 1

- Bandas folk para Profª Renata Lara
Daniel Belleza & os Corações em Fúria (SP) - "Sinfonia para Sol Menor"
Prophecy, I Guess (SP) - "In the Countryside, Away"
Os Estranhos (RJ) - "Pode Cair"

- Bloco para a amiga emo do Má, irmão do Gaioto
Pull Down (RS) - "Há uma Linha na Areia"
Tio Nóia (BA) - ""Reviravolta"
Ranfex (BA) - "Anita"

Bloco 2

- Entrevista com Alma Mater (SP)
Vídeos das versões acústicas: aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Agenda

Dia 31 de Agosto

MARINGÁ
31.08.07
(sexta-feira)

TiMBRE NOISE APRESENTA:

Bandas: The Stoned Sensation + Slames + Stoned Beavers
Discotecagem: Flávio Silva Sonic Flower Clube do Zé
Entrada: r$ 7 (mulher não paga até 00h30)
Horário: 23h
Local:
Pub Fiction Bar (Av. Rio Branco, 485)

quinta-feira, agosto 30, 2007

Programa #56 (30.08.07) - Entrevista com Betty By Alone

Clique aqui para baixar (Salvar destino como...)


As ruas são de todo mundo, eles dizem

Trilha

Betty By Alone (PR)
1ª música tocada: "Quit Rockin?"

- Amigos
Superguidis (RS) - "Mais do Que Isso"
Nevilton e os Alencares (PR) - "Menina de Vento e da Liz"
Trilöbit (PR) - "Sexy Groove Machine"

- Bandas que não gostam de pestanas
Os Vilsos (RS) - "Inveja"
Pale Sunday (SP) - "The White Tambourine"
Ludovic (SP) - "Janeiro Continua Sendo o Pior dos Meses"

Bloco 2

- Entrevista com Betty By Alone (PR)
Versões acústicas das músicas
"Streets for Everyone",
"Ride" e
"Tell My Story"

quinta-feira, agosto 23, 2007

Agenda

Dias 23 e 25 de Agosto

LONDRINA
23.08.07
(quinta-feira)


BAR VALENTINO APRESENTA

Bandas: A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia + Dizzaster Local: Bar Valentino (AV. Faria Lima, 486)
Horário: 22h
Entrada: r$ 5

MARINGÁ
25.08.07

(sábado)


ESTRÉIA DO LEMINSKES

Bandas: Leminskes + Terminal Guadalupe
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 22h
Entrada: r$8

Programa #55 (23.08.07) - Entrevista com Leminskes

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"Eu sou a Beatriz, gosto de rock e estou no Garagem"

Trilha

Terminal Guadalupe
(PR)
1ª música tocada: "Pernambuco Chorou"


Bloco 1

- Novidades de Sampa
Vanguart
(MT)- "Hey Yo Silver"
Bazar Pamplona
(SP) - "Piscadelas e Beliscões"
The Feitos
(RJ) - "Gente Feiosa"

- Bandas que levam uma à outra
Rafael Sonic (RS) - "Meu Filho Não Vai Saber"
Jumpers (RS) - "Não Posso Acreditar, Viver Sem"
Superguidis
(RS) - "Mais um Dia de Cão"

Bloco 2

- Entrevista com Leminkes (PR)

sexta-feira, agosto 10, 2007

Agenda (10.08.07)

Dia 11 de Agosto

MARINGÁ
11.08.07




25º WIND OF FATE METAL FEST

Bandas: Panndora (Heavy Metal Tradicional - PR) + Fist (Heavy Metal - SP) + Comando Nuclear (Heavy Metal - SP)
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 22h
Entrada: r$ 8 (Antecipados)


LONDRINA
11.08.07
LANÇAMENTO DO CD DO OUVIDOS CALADOS
Bandas: Ouvidos Calados + Tempo Instável
Local: Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103-A)
Horário: 22h

quinta-feira, agosto 09, 2007

Programa #54 (09/08/2007) - Entrevista com Pale Sunday

Clique aqui para ouvir



Se fosse o Google seria: "I'm feelling lucky"

Trilha

Pale Sunday
1ª música tocada: "Emma's House"

Bloco 1

- O Garagem é preconceituoso e exclui o Nordeste
Café Colômbia (CE) - Automotiva
Moço Velho (CE) - Jaz Aqui
Wonkavision (RS) - Power Bossa

- Um bloco espacial
Zumbis do Espaço (SP) - Quem Vai Chorar
Plástico Lunar (SE) - Moderna
Astronauta Pingüim (RS) - Eu Tenho uma Camiseta Escrita 'Eu Te Amo'

Bloco 2

- Entrevista com Pale Sunday (SP)
Versões acústicas das músicas
"White Tambourine"
"Go Ahead"
"My Punk Girl"

sexta-feira, agosto 03, 2007

Agenda (03.08.07)

Dias 03 e 04 de Agosto

MARINGÁ
03.08.07



RATOS DE PORÃO 25 ANOS DE ESTRADA


Bandas: Ratos de Porão + Draw The Line + Holder
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 23h






PUB FICTION APRESENTA


Bandas: Brian Oblivion e Seus Raios Catódicos + Mestre dos Magos
Local: Pub Fiction Bar (Av. Rio Branco, 485)
Horário: 23h 30
Entrada: r$5 (antecipado)

04.08.07



PROGRAMA GARAGEM APRESENTA

Bandas: Daniel Belleza & Os Corações em Fúria + Brian Oblivion e Seus Raios Catódicos + A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Entrada: r$7 (antecipado)
Horário: 23h





PUB FICTION APRESENTA

Bandas: Stoned Beavers + Cellofan
Local:Pub Fiction Bar (Av. Rio Branco, 485)
Horário: 23h 30
Entrada: r$5 Masculino (Mulher free)

quinta-feira, agosto 02, 2007

Programa #53 (02.08.07) - Entrevista com Mister Lúdico & os Morféticos e The Tickets


"Tá, o Batman não existe... pra você"

Trilha
Mister Lúdico e os Morféticos (SP) e The Tickets (SP)
1ª música tocada: "Tony", dos Tickets

Bloco 1

- Novidades maringaenses
Havana 55 - O Seresteiro
De.Lorean - Projeto 5
Betty By Alone - Face

- Bloco de acessórios
Jeans (RS) - A Sorte
Cartolas (RS) - Os Ratos
Criaturas (PR) - Óculos Escuros

Bloco 2

- Entrevista com Mister Lúdico e os Morféticos (SP) e The Tickets (SP)
Músicas tocadas: "Savanna", de Mister Lúdico e os Morféticos e "Chantilly", dos Tickets

Entrevista

GAIOTO Mister Lúdico, como foi o começo da banda?
LÚDICO Eu (baixo e voz) e o Amadeu (bateria) , a gente já tem banda lá em Itanhaém desde sempre, né? Ele foi pra São Paulo há dois anos atrás, arrumou um emprego e eu fiquei moscando lá em Itanhaém, fazendo música. Aí ele me arrumou um emprego lá em São Paulo, eu fui pra lá, passamos as músicas, arrumamos o Rafael (guitarra) no orkut e montamos a banda: Mister Lúdico e os Morféticos.

GAIOTO Quais eram os empregos?
LÚDICO Até a hoje a gente ainda é técnico em áudio lá no Estúdio Produsom, lá em São Paulo.
COIOTE A gente fica passando o som pro Fábio Jr., cara.

THIAGO E os Tickets, como foi o começo da banda? Vocês já tiveram o próprio Mister Lúdico tocando bateria na banda.
RENAN Foi estranho, na verdade.

THIAGO Quem é o gringo da banda?
ANDRÉ O gringo sou eu (guitarra e voz). Eu não sou gringo na verdade, mas eu tenho umas raízes americanas.
RENAN Cê é gringo! Cê é ianque. Eu (guitarra e voz) conheci ele na Riviera, o apelido dele é Metrô, na verdade. Eu conheci ele na praia, ele tava tocando essa música “Metrô”, que é um pouco constrangedora. E aí eu fiquei amigo dele, a gente ficava saindo e tal e começamos a tocar. Eu tinha uma técnica terrível...
ANDRÉ Eu nunca tinha visto alguém tocar tão mal na minha vida. Só que eu via um algo a mais nele. Eu falava: “ele toca mal, mas ele tem alguma coisa”.
RENAN Eu era raçudo. Fomos tocando os dois, a gente não sabia o que fazer, se ficava treinando, compondo umas músicas... Conhecemos o Klaus (baixo) no show dos Strokes, o Klaus estudou com meu irmão no colégio. E o Paulo (bateria) era um cara que na minha faculdade era especializado em provocar golpes de estado no centro acadêmico. É o subversivo às avessas, se a gente ficar explicando vai demorar horas. Nos juntamos todos e começamos a tocar.

(Ouça a entrevista completa aqui)

sexta-feira, julho 27, 2007

Agenda (27.07.07)

Dias 27 a 29 de Julho

MARINGÁ
27.07.07


FRANK THE TANK e CAKE cover
Bandas: Frank The Tank | Cake cover
Local: Pub Fiction Bar (Av. Rio Branco, 485)
Horário: 23h 30
Entrada: r$5 (até 00h 30)



28.07.07

CACHORRO GRANDE
Banda:
Cachorro Grande
Local: Velvet Bar (av. Tiradentes, 149)
Convites antecipados: feminino r$15 | masculino r$20
Pontos de Venda: Art Video | Seven/ 775



29.07.07

THE BLUES IS ON THE TABLE
Banda: The Blues Is On The Table
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 19h
Entrada: masculino r$5 | feminino FREE

quinta-feira, julho 26, 2007

"Cara, não sou eu o Moreira"

O Moreira não tá muito aí com toda essa coisa toda do orkut.
A não ser que existam crianças envolvidas. Aí a coisa muda.


Por Thiago Soares


O Programa Garagem agora tem novidade no blog: sempre que possível entrevistaremos alguém, e sempre que der na telha postaremos essas entrevistas (somos meio preguiçosos, saca?). Não estamos copiando o novo blog da galera “Rádio 1” (que inclusive, eu recomendo), mesmo porque nossas entrevistas são mais velhas e mais chatas. E o Thiago Alonso é um grande amigo que nos cede seu horário na rádio em situações de emergência.

Pois bem, a nossa primeira entrevista é com uma pessoa muito importante na cena musical maringaense. O Moreira. Não conhece? O Garagem ajuda: Moreira é o fake mais polêmico nas comunidades de bandas de Maringá do orkut.
Se ainda assim você não o conhece, aí o problema é teu.

GARAGEM Primeiramente, o que você acha dessa invasão de fakes nas comunidades relacionadas à música maringaense?
MOREIRA Cara, acho que os fakes são uma fuga, na verdade. Eu mesmo, quando nasci, vim com o intuito de falar o que penso. Todos os fakes, você pode perceber, só vieram pra criar polêmica justamente por isso, porque eles falam o que pensam e o que, na maioria das vezes, é o que todo mundo pensa, mas na verdade tem medo de falar. Aí que está: se você falar com o seu perfil, vai vir nego falando merda, querendo treta, xingando a mãe e tal. E o fake é legal por todo o charme (risos) que está por trás e tal, de todo mundo querendo saber quem é. Aí que está a graça do negócio (dá um gole em seu uísque).

"Eu vou bastante em shows, estou em quase todos.
Sempre vejo o pessoal que comenta e tal na internet."

GARAGEM O que você acha das brigas e discussões que rolam a respeito da música independente na região?
MOREIRA Eu acho legal, apesar de que nunca sai nada que preste. Sempre é engraçado, sempre alguém fica com raiva ou se sente ofendido. E querendo ou não, a "cena", se é que existe alguma, está bem forte, sempre está rolando as coisas (dá mais um gole em seu uísque). Às vezes dá um público legal, às vezes não, e isso é o que mais gera discussões ultimamente. E o mais divertido é que o povo anda levando o orkut muito a sério.

GARAGEM Porque a comunidade da Sonic Flower Club é sempre o palco das discussões?
MOREIRA Acho que lá é o ringue preferido do pessoal, porque a festa traz shows pra todos os públicos. Então todo mundo se aglomera lá, dá opinião em show que nem gosta, acho que é isso. E lá é a comunidade dos fakes também, né? Então é diversão garantida (Moreira dá um terceiro gole em seu uísque).

Sobre ser ou não inocente em relação às acusações de pedofilia:
"
Não (sou), meu forte é pegar crianças e crianços."

GARAGEM Você freqüenta os shows (Garagem dá um gole no uísque do Moreira)?
MOREIRA Eu vou bastante em shows, estou em quase todos, não só em shows de bandas de fora, como qualquer coisa que tiver na cidade. Geralmente estou presente e sempre vejo o pessoal que comenta e tal na internet.
Essa resposta está meio furada, então vou terminar por aqui.

GARAGEM Você possui mais de um fake?
MOREIRA Eu tenho mais dois fakes, um que criei agora, que vem com tudo... (Moreira toma o copo de volta e põe onde não conseguimos alcançar) o outro é bem morto, não é nenhum desses famosos, não.

GARAGEM Qual a pior banda maringaense na atualidade?
MOREIRA Cara, Elven é muito ruim. As letras, a música, o vocal, tudo. O vocalista tinha um apelido bem peculiar quando estudava. Eu não era da sala dele, mas mesmo assim o conhecia e o senhor também, Thiago Soares, o conhecia por esse mesmo apelido. Ele era do tipo que tocava na capelinha do colégio. Tudo que tinha pra aparecer, ele tava no meio. Pra quem não sabe - acho que ninguém sabe e ninguém vai entender o porquê do apelido também – mas o vocalista era apelidado de "Vô" pelo seu jeito de tiozão e tal. (Moreira dá um gole no seu uísque)
Outro lixo sonoro pra mim é o Fanzine (Rock). Bandinha de moleque, letras fracas, voz de pato rouco. Até legal os caras gravarem o CD deles e tal, ficou boa a gravação, mas é um saco. Não suporto, faço questão de nem ver quando eles tocam. Enfim tem mais umas duas aí que não gosto, mas nem vale a pena comentar.

"O Brasil foi uma escolha óbvia, ninguém vai me achar aqui, e se achar vou sair impune mesmo. E Maringá foi sem querer, tava passando por aqui de carro, vi uns quatro pedreiros em um posto escutando 'Thriller', gostei e e estou aqui até hoje."

GARAGEM Você é inocente em relação às acusações de pedofilia?
MOREIRA Não, meu forte é pegar crianças e crianços.

GARAGEM O que você faz no Brasil?, mais especificamente em Maringá?
MOREIRA O Brasil foi uma escolha óbvia, ninguém vai me achar aqui mesmo, e se achar vou sair impune mesmo. E Maringá foi sem querer, tava passando por aqui de carro, vi uns quatro pedreiros em um posto escutando “Thriller”, gostei e parei lá mesmo e estou aqui até hoje.

GARAGEM Manda uma mensagem para alguém em especial. (Garagem dá um gole no uísque do Moreira)
MOREIRA Queria mandar um recado pra Bitchney, falar que a noite de ontem foi maravilhosa, inesquecível.
E um outro recado, pra uma pessoa. Ela sabe muito bem quem é. Só queria dizer que você arruinou minha carreira, você me desfocava quando eu aparecia na TV, você soltava meu playback depois de começar a música. Você, seu sacripantas! Você sabe muito bem quem é você. Tua hora vai chegar, tu vais pagar em dobro, seu infeliz! Enfim boa noite a até a próxima, galera esperta. (Moreira dá um gole no seu uísque e manda um "tchau" para a câmera).

quarta-feira, julho 25, 2007

Garagem apresenta DANIEL BELLEZA & OS CORAÇÕES EM FÚRIA


Dia 04 de Agosto, o Programa Garagem promove mais um show. Dessa vez as bandas convidadas são Daniel Belleza & Os Corações em Fúria (SP), Brian Oblivion e Seus Raios Catódicos (sim, eles estão de volta) e os nossos amigos turcos da Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia.

Tudo isso por apenas r$7! E ainda comprando seu convite antecipado, você concorre a um sorteio de kits do sex shop Pekatto Ocultto!

Convites antecipados na Faster, segundo piso do Aspen Park. Ou com alguém do Garagem.
Para mais informações é só ligar:
Thiago - 44.8407.0621

quinta-feira, julho 12, 2007

Programa #52 (12.07.07) - Entrevista com Faichecleres


"Agora vocês finjam que estão conversando..."

Trilha

Faichecleres (PR)

1ª música tocada: "Calçada Da Fama"

Bloco 1
- Bandas que são super
SuperQuase (SP) - "Silvio Santos Para Presidente"
Supercordas (RJ) - "Ruradélica"
Superguidis (RS) - "Spiral Arco-Íris"

- Bandas de Minas Gerais
Islama - "Poeira Lunar"
Elephas - "Refrigerantes Hipnóticos"
Monno - "A Falta"

Bloco 2

- A má distribuição da revista Outracoisa
Astronautas (PE) - "O Conto"
Carbona (RJ) - "Vide Bula"
Plebe Rude - "R Ao Contrário"

- Entrevista com Faichecleres (PR)

sexta-feira, julho 06, 2007

Agenda (07.07.07)

Dias 06 a 10 de julho

MARINGÁ
07.07.07



DESTROYER e JUGGERNAUT
Bandas: Destroyer (SP) (Kiss cover) | Juggernaut (SC) (trash metal)
Local: Tribo's Bar
Horário: 21h
Entrada: r$10 (antecipados)






NOITE DEMOSUL
Bandas: Trilöbit (PR) | TheJohnes Project
Local: Tribo's Bar
Horário: 22h
Entrada: r$8 (mulher paga meia até a meia noite)






GODFATHER BLUES, PIXEL'S, RAIMUNDERA e TRÊS CENTAVOS
Bandas: The Godfather Blues (blues) | Pixel's (cover de The Pixies) | Raimundera (cover de Raimundos) | Três Centavos (rock n' roll/músicas próprias)
Local: Pub Fiction Bar
Horário: 21h 30
Entrada: masculino r$5 | feminino free

quinta-feira, julho 05, 2007

Programa #51 (28.06.07) - Entrevista com TheJohnes Project

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Desespero! Desespero! Desespero!


Trilha
TheJohnes Project
1ª música tocada: "Cidadão Integrado"

Bloco 1

Rafael Ota - "Emily"
Trapizombas - "Hey Chinês"
A Barata Oriental - "Tuphão Chinês"

Havana 55 - "Senhorita"
Gramofocas - "Você É Meu Rolinho Parmalat"
Magaivers - "My Brain Is Going Down The Drain"

Bloco 2

Entrevista com TheJohnes Project

Versões acústicas de
"Do Meu Jeito",
"Desespero",
"Um Tempo Ao Tempo" e
"Saia".

sexta-feira, junho 29, 2007

Agenda (29.06.07)

Dias 29 de junho a 1 de julho

MARINGÁ
Sexta (29.06.07)



GARAGE PROG FEST
Bandas: Drooogies (punk rock);
Dizzaster (garage rock); Revoult (prog metal)
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 22h
Entrada: r$8 (mulheres free até meia noite)



PUB FICTION APRESENTA

Bandas: Serena (punk rock grrrl); The Cranberries Cover; Franz Ferdinand Cover
Local: Pub Fiction Bar (av. Rio Branco, 485)
Horário: 23h 30
Entrada: 7r$ Homem 5r$ Mulher




Sábado (30.06.07)



PUB FICTION APRESENTA
Bandas: Esquerda Volver (Curitiba); Elven (power pop, placas interativas e serpentinas); Sinclair (rock alternativo)
Local: Pub Fiction Bar (av. Rio Branco, 485)
Horário: 23h 30
Entrada: 8r$ Homem 7r$ Mulher



Domingo (01.07.07)


RED NOSE SHOES TOUR

Bandas: D - Sailors (Alemanha); All The Hats (Argentina); Nitrominds (São Paulo);
SO WHAT? (HC para leprechauns); Serena (punk rock grrrl)
Local: Tribo's Bar (av. Cerro Azul, 628)
Horário: 17h
Entrada: r$10 antecipado (r$15 no local)

quinta-feira, junho 21, 2007

Programa #50 (21.06.07) - Entrevista com Elven

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Hey! Hey!

Trilha
Elven
1ª música tocada: "Todos Os Dias"

Bloco 1

- Bandas dos estados que mais acessam nosso blog
Superego Elvis (DF) - "Devo Lhe Falar"
The Bad Folks (PR) - "Big White Chase"
Réu e Condenado (GO) - "Funcionário do Mês"

- Músicas para musas inspiradoras
The Stews (PR) - "Dudinha"
Garotas Suecas (SP) - "Corina"
Beto Só (RS) - "Isadora"


Bloco 2

- Entrevista com Elven (PR)
Versões acústicas de "O Palhaço", "Quarto 101" e "Faça A Revolução"


Veja todos os vídeos do Elven no Garagem
Veja todos os vídeos do Garagem

terça-feira, junho 19, 2007

Os pneus são nota

Havana 55 | “Gramofone” (independente/virtual)
EP | 2007 | Maringá-PR

Na boa, Josué, arruma uma jaqueta de couro, vai

Thiago Soares
Foto: divulgação

Com certeza absoluta o melhor trabalho do Havana 55 já feito. O EP “Gramofone” foi lançado recentemente e apresenta mudanças fantásticas e pouco drásticas na sua musicalidade. Um tapa na cara de pessoas, que assim como eu, achavam que a banda já estava nas últimas.

O EP foi lançado de forma virtual, mas mesmo assim a banda fez questão de apresentá-lo como se fosse um disco de vinil. “Um nostálgico passeio em homenagem aos vinis compactos de 7 polegadas e 45 rotações”, como a própria banda afirma.

O “disco” possui oito faixas, claro, divididas em lados A e B. Começa com “Seresteiro”, uma música muito bem feita, com metais bem no estilo Bill Halley e Chuck Berry (assim como todo o disco) e um bom trabalho vocal. Por falar em vocais trabalhados, a vinheta que leva o nome do EP e que fecha o lado A é uma demonstração perfeita disso, algo bem Beach Boys. A segunda música “Senhorita” é a mais anos 50 do EP e a terceira, “O Último Boêmio”, é a balada (e a melhor) do disco. É como se fosse tocada ao vivo em um daqueles bares anos 50, ou em um cabaré, com artistas fracassados de filmes norte-americanos.

Mesmo com tais mudanças, o Havana não perdeu as raízes. No lado B a banda colocou quatro músicas velhas e já conhecidas da galera, deixando evidentes as mudanças sonoras da banda. As canções “lado b” lembram algo como Ramones e Beach Boys, sem perder claro, as influências cinqüentistas da banda. São quatro músicas de rock rápido e bem feito, como por exemplo, “Surfmania”, que até faz referência aos Beach Boys, e “Filmes B”, a favorita da galera. São quase 18 minutos que parecem durar cinco.

Se você quiser ouvir as músicas do “Gramofone” é só acessar o site da banda e baixar o EP.

segunda-feira, junho 18, 2007

Cometa Buarque

Último show da turnê “Carioca” de Chico Buarque
(Teatro Vermelho | 19.06.07 | Goiânia-GO)

Sua mãe daria pra ele, sua namorada daria pra ele, você
daria pra ele, eu daria pra ele, quem não daria pra ele?


Sete anos depois, ele voltou. O malandro esteve na praça outra vez. Sem “Construção”, “Cotidiano”, “Cálice”, “Geni e o zepelin”, “Olhos nos olhos”, “A banda”, “O meu guri”, “A Rita”, “Meu caro amigo”, “Apesar de você”, mas voltou.

Sucessos? Claro, teve “João e Maria”, “Quem te viu, quem te vê”, “Eu te amo”, e uma série de outros sucessos classificados erroneamente como lados B –- sucessos não tão clássicos.

A turnê “Carioca” foi assim. Filas de até 12 horas para comprar ingressos, muita gente aos prantos por não conseguir adquiri-los, tumultos, reclamações sobre a organização, shows sempre lotados, público satisfeito, diversas invasões de palco e, em Brasília, contou até com o presidente Lula confortavelmente sentado na terceira fileira do teatro.

O show em Goiânia no dia 18 de maio marcou o encerramento da turnê. Um momento histórico, já que Chico fez apenas 4 turnês nos últimos 30 anos.

Em Goiânia, Chico Buarque permaneceu em seu quarto de hotel durante todo o dia 17. Só saiu às 19 horas para ensaiar no Teatro Vermelho. Eu estava entre os seis fãs que passaram a tarde inteira para ter o encontro com o mestre. Quando ele apareceu no hall do hotel 5 estrelas, fui ao seu encontro. “Chico, viajei 16 horas só pra te ver.” Após um segundo em silêncio –- o mesmo “silêncio a que só um poeta se permite”, como ele mesmo escrevera em “Budapeste”-- respondeu timidamente, com um humor fino e inteligente enquanto assinava meus dois livros: “eu viajei só três”.

Após os autógrafos, foi cercado pelos outros fãs e não perdeu o bom humor. “Virei show da Xuxa”, respondeu ao jornal local.

Durante a derradeira apresentação, Chico estava completamente à vontade. Quem esperava um show frio, se surpreendeu com uma intervenção longa. Chico explicou que aquele era o último show do “Carioca”, que iria descansar um pouco, uma conversa que pegou todos nós desprevenidos. Lá estava o mito, a lenda, a figura mais importante da música popular brasileira anunciando suas merecidas férias. Sorrindo a todo momento, respondia aos gritos de “lindo” com acenos tímidos, ligeiros.

A timidez que lhe é famosa fica evidente a apresentação inteira. Chico permaneceu completamente paralisado enquanto esteve em pé, cantando com seu violão. O único movimento que fez no palco foi sentar em um banquinho. Só. Até quando tocou kalimba, um instrumento africano, em “Morena de Angola”, permaneceu imóvel. Quando não está tocando violão, parece não saber o que fazer com as mãos e fica com elas assim, abertas uma de frente para a outra.

Mãos, pra que tê-las?

As primeiras três músicas, um pout-pourri de “Voltei a cantar” (1939), de Lamartine Babo, seguida por “Mambembe” (1967), e “Dura na queda” (2006), marcam o início das metralhadoras de flashes disparadas pela platéia, e definem o show.

“Dura na queda” logo no início é a prova cabal de que as canções de “Carioca”, ao contrário do que dizem alguns críticos musicais e fãs, não perderam a qualidade, como é de se acontecer com alguns músicos sessentões e ainda mantêm a mesma poesia e musicalidade da conturbada década de 70.

Os problemas sociais e o romantismo não foram excluídos das temáticas, como é o caso de “Ode aos ratos” e “Bolero Blues”. Na primeira, Chico usa os roedores para metaforizar os garotos de rua: “Rato de rua, irrequieta criatura / Tribo em frenética proliferação (...) / Ó, meu semelhante, filho de Deus, meu irmão”. Ao vivo, a canção ganhou um peso incrível, com bateria, percussão e violões mais altos do que o restante da apresentação. Já a melancólica “Bolero Blues”, de melodia elaborada, música do baixista Jorge Helder e letra de Chico, surpreendeu por apresentar um resultado tão bom quanto ao da gravação. A letra romântica em clima saudosista foi difícil de ter sido composta. É visível o amadurecimento de Chico como compositor nessa canção, em que apresenta uma poesia mais literária.

O momento de maior interação com o público não foi do futebol invisível jogado por Chico e o baterista Wilson das Neves, mas sim, de um erro de Chico.

Durante a turnê inteira, confessou no meio dos shows não saber muito bem a letra de “As atrizes”. No último show de “Carioca”, ele se confundiu. Trocou uma estrofe pela última da canção. O que era para ser “represente, presentemente muito pra mim”, ficou “presentemente, represente muito pra mim”. O público, percebendo a confusão, aplaudiu incansavelmente. Ao término da canção, Chico fez uma longa intervenção e pediu desculpas por ter errado a letra. Alguém gritou “você pode errar, Chico!”. A resposta surgiu com mais sorrisos, aplausos e risadas: “posso, né? A música é minha”.

Gaioto em momento tieta [detalhe na canetinha multicolor.
O magrão da esquerda ninguém flagra]


Encantou com “Bye, Bye, Brasil”, música composta para trilha sonora e que nunca foi executada ao vivo. Emocionou com a clássica “Eu te amo”, responsável por arrancar lágrimas do teatro inteiro e de fazer uma senhora ao meu lado tremer como se estivesse sofrendo um ataque epilético. “Imagina”, composta em parceria com Tom Jobim, e gravada apenas em 2006, proporcionou um dueto delicioso entre Chico e a tecladista Bia Paes Leme. Para castigar todos os presentes, a canção ganhou compassos mais lentos, realçando a intensa melodia jobimniana.

E assim desfilaram entre aplausos “Mil perdões”, “Futuros Amantes”, “As vitrines”, “Ela é dançarina”, “Na carreira”, “A história de Lily Braun”, tudo simplesmente indescritível. Um show perfeito, uma banda perfeita. Após “Porque era ela, Porque era eu”, não resisti. Completamente emocionado, gritei “bravo!”. Só percebi que tinha gritado alguns minutos depois.

E teve samba também. “Cantando no toró”, “Deixa a menina sambar”, “Sem compromisso”. Essas duas últimas canções marcaram o primeiro bis, em que a platéia aproveitou para sambar e os mais próximos alcançaram a frente do palco. Fiquei encostado no palco. Foi assustador. Os seguranças, desconfortáveis temendo uma invasão da multidão em frenesi, não sabiam o que fazer.

“Quem te viu, quem te vê” e “João e Maria” fecharam o show. A multidão aplaudia compulsivamente. Garotas, senhoras, senhores, garotos, todos em coro, apaixonadamente cantando os versos dessas duas canções como se fosse alguma espécie de hino sagrado. Todos implorando para que o mito ficasse apenas mais um instante no palco. Afinal, ninguém sabe daqui a quanto tempo, o cometa Buarque passará novamente por nós. Vai passar?

Texto e fotos do show por Alexandre Gaioto
Foto no hotel: Wildes Barbosa

sábado, junho 16, 2007

Valentine's Urban Rock (Faichecleres + Kicking Bullets)

Valentines Urban Rock
Faichecleres lançando “A Calçada da Fama” | Kicking Bullets abrindo
(Velvet Bar | 09.06.07 | Maringá-PR)


Show dos Faichecleres no sábado. À tarde rolou uma sessão de autógrafos no Aspen e dali a gente ia entrevistá-los na Velvet, depois da passagem de som. Eu mesmo não fui em nenhuma das duas. Fui na casa do Paulo Garrido [guitarrista do Três Centavos. É, eu sou o baixista] gravar umas musiquinhas e brincar com umas outras e acabei esquecendo de ir. Como editor posso dar o privilégio de minha ausência quando bem entender e ninguém fala nada [oiéis!].

"Põe uma legendchénha, querido"

À noite combinei com Hassanz Palim [da família Palim] de irmos juntos pra Velvet. “Onze horas no terminal.” Onze e dez cheguei lá, prevendo a pontualidade turca. É óbvio que ele não tava. Liguei na casa dele:
- Renato?
- Ô, César!
Aí soltei uma das mais idiotas perguntas feitas nos últimos tempos:
- Tá onde?
Hassanz, sempre educado, preferiu fingir que não ouviu a débil indagação:
- Então, cara, deu umas tretas aqui. Tô saindo agora.
- Ah, então eu vou passando na casa da Ane [Pacola, do Musicomania da Rádio Cesumar]. Aí a gente te espera na casa dela.
- Ah, então vai indo com ela, a gente se encontra no show mesmo.
- OK.

Seguimos eu e Ane pra Velvet. Ela ia me guiando, sou bem perdido por essa Maringá e nunca tinha ido na boate [e agradecia muito por isso]. Chegando lá, puta fila. Reconheci uns conhecidos, soltei uns cumprimentos ao léu e a sobriedade me assombrava. Convidei alguns:
- Bora tomá uma antes de entrar?

Todo mundo sabe que uma na verdade são várias. E a intenção era essa. Mas não conhecia aqueles lugares e nem seus preços [é, eu sou meio verde, só vivo de boteco da UEM, Tribão e Pub]. As pretendidas várias foram poucas, mas o suficiente pra eu gastar uns 7 pilas [puta merda].

Entramos eu, Ane e mais uns amigos. Lá dentro o horror:
Skol lata – R$2,85
A dose mais barata [e atrativa]:
Ypióca – R$4,90
O horror! O horror!
Folheei melhor o menu:
Orloff Mix Lemon – R$4,90
Pensei comigo: “opa!, vamo dessa vodka, que a gente bebe mais docinho, né não, querido?”.

Tem uma mina no Kicking Bullets?

Dei umas voltas pela parte interna do bar e percebi o Kicking Bullets subindo ao palco. “Caceta, melhor sair daqui logo.” Não tava com saco pra ouvir banda côver. Saí e adorei o fato de o som da banda não sair junto comigo. Isso mesmo, lá fora a discotecagem continuava e dava pra ouvi-la tranqüilamente. Não que a discotecagem fosse boa, mas eu não tava mesmo com saco pra ouvir banda côver. Pra falar a verdade não tava nem com muito saco pra ver os Faichecleres.

Enquanto o Kicking Bullets tocava, muito papo bom e muita vodka on the rocks. Alguns papos muito importantes mesmo, como por exemplo, o nome do meu futuro filho [que eu espero que demore muito tempo pra vir]. Já montei a cena toda. Eu vô tá bem louco, o cartorário pergunta: “qual vai ser?”, e eu respondo “Miguel”. Ele retruca: “de quê?”. “Miguel, ué. Miguel Miguel.”

Bastante gente vinha pra parte de fora. Ouvi alguns comentários ruins a respeito do Kicking Bullets. “Eu vou pagar um Basic One pr’aquele vocalista, cara.” Também falaram que ele emulava, em certos momentos, figuras como Liam Gallagher, Julian Casablancas e Armandinho [os dois primeiros acho que eram intencionais; o segundo falaram que era por causa de uma dancinha esquisita que ele fazia].

Analogia boa: “Tropa de Elite alternativo”. Segunda-feira na faculdade falaram: “Mas os músicos da Tropa de Elite são profissa, os caras são bons”. Juntando as partes soltei a pérola:
- Tropa de Elite toca bem música ruim. Kicking Bullets toca mal música boa [mas não tão boa assim].

Tuba Caruso, o hálito mais quente do oeste

De volta pra festa, o Tuba [Caruso, baterista dos Faichecleres] apareceu ali no bar. Uma guria do lado. Ele terminando de escrever o set list à mão numa folha de caderno [profissionalismo prima, hã?]. Única coisa que ouvi falando foi “aí ó, coube!” [sobre o cabimento ou não do set list todo em um único lado da folha]. Falando não, gritando. Aí tirou a língua da boca e deu um berro que deve ter doído no nariz da coitada.

Saí dali. Fui pra dentro. Encontrei parte da família Palim. Parei conversar.
Os Faichecleres iam começar. Não só iam, como começaram.

Showzinho sussa. Bem igual um outro que tinha visto em Londrina, antes da saída do Giovanni [Caruso, ex-baixista]. Com a diferença que o Marcos [Gonzatto, guitarrista e vocalista] fazia a primeira voz em várias músicas. Agora eu sei por que ele era o backing vocal. Eu e mais uns não gostamos do resultado das duas vozes juntas. “Tá parecendo sertanejo, não tá?”, ouvi ao mesmo tempo em que pensava.

Tuba tomou conta do show, como de costume. Com a saída do Giovanni, as atenções caíram todas sobre ele. Não tinha nenhum microfone, mas dava pra ouvir bem seus berros.

No Beatles 4ever ele é canhoto

O Ricardo [Júnior, novo baixista e vocalista. Aquele moleque que toca violão no acústico do Ultraje, saca?] entrou legal na banda. Pareceu bem feliz de estar nela. Meio deslumbrado. Quando ele cantava sozinho ficava legal até. Ou talvez fosse a vodka me fazendo efeito. Não sei se tocaram alguma música das já compostas com o Ricardo, não assimilei “A Calçada da Fama” ainda. Mas acho que não tocaram, não.

O show acabou e eu não percebi direito. Olhei em volta e não vi muita gente. Gaioto [Alexandre Gaioto, colega de trabalho no Garagem] disse que elogiei o show. Não me lembro disso.

Acordei na sala de casa às duas da tarde sem saber quanto tinha gasto ou como tinha ido embora. Aposto que me deram easy date e abusaram de mim a noite toda. Só torço pra que tenham sido mulheres.

César L. Miguel
Fotos por Jorge Mariano

P.S.: Tchela, adorei a festa, só não entendi o porquê de uma banda côver, e não uma das muitas de música própria que Maringá tem.