
terça-feira, maio 19, 2009
Programa Garagem # 5 (2009)

quinta-feira, maio 07, 2009
Programa Garagem # 4

Brian Oblivion e Seus Raios Catódicos- Comanche
Família Palim- O grande irmão
terça-feira, maio 05, 2009
Falando em Inimitável

Programa Garagem #3 (2009)
Trilha: A Inimitável Fábrica de Jipes segunda-feira, maio 04, 2009
Se quer que as coisas funcionem, faça você mesmo

Trilha: Rafael Castro
Primeira Música: Fotocópia
PRIMEIRA PARTE
Sobre a T.Recs (Músicas escolhidas pelo organizador da festa)
Mordida-"Tokyo"
Droogies-"Streep Striper"
Superguidis- "Ainda sem nome"
Obs.: Todo mundo que curte rock e tem orkut já sabe, mas na próxima quinta-feira tem a segund edição da T. Recs no Divinyl a partir das 23 horas.
Gente inteligente ouvindo a gente
Borderlinez- "Ode ao tempo"
The Name- "Can you dance boy?"
El Mato a un policia motorizado- música desconhecida
SEGUNDA PARTE
Bandas de Umuarama que a Mari Ferré escolheu
Nevilton- "Nas esquinas de Umuarama"
Joke Box- "Meio centavo"
Tereza Solidão- "Amanhã ou depois"
"Já ouviu essa música?"
Delitus- "Eu errei"
Anacronica- "Eles me querem assim"
Rafael Sonic- "Arrumando a casa"
segunda-feira, abril 27, 2009
A expectativa foi maior
ista foi possível perceber que o pouco tempo que ficou parado fez muito bem a ele, já que elegância foi a primeira impressão que me passou. Mas quando perguntei sobre essa nova era de shows que ele está fazendo (pós-rehab) ele disse, com todo seu sotaque gaúcho misturado com os anos que morou em “London”, que o show passaria por todas as suas fases, tocando todos os “hits” de sua carreira e ainda finalizou com “Vai ser um show exciting”.
nha mostrando uma pancinha saliente, um coturno preto e um chapéu do estilo cartola, Júpiter Maçã chegou no bar entre uma e meia ou uma e cinqüenta da madrugada. Acompanhado de sua banda (de peso), com Thunderbird, Astronauta Pinguim, Dustan Galas e Felipe Maia, ele começou o show com a música “Querida Superhist x Mister Frog”, o que animou o público. quinta-feira, abril 16, 2009
Novidades e Júpiter Maça
Hoje no Garagem estréia um novo quadro. À partir desse programa Flávio Silva, da Sonic Flower Club estréia seu quadro "Momento Sonic Flower", com informações e a sua opinião sobre o independente nacional.Não percam hoje (quinta-feira) às 23 horas, com reprise sábado às 17 horas e segundas às 18 horas, na RUC 94.3 FM ou on line pelo site da rádio.
E falando em Sonic Flower, é sempre bom lembrar, nesse sábado tem a lenda do independente nacional, Júpiter Maçã, a partir das 23 horas no Tribos. Eu vou!
Um beijo, encontro vocês lá (no programa e no show).
sexta-feira, abril 03, 2009
Isso sim é punk
portão do bairro ‘inimigo’ a frase ameaçadora “Ted Gugu e Os Espanta Neném”, ou seja, o tal Ted Gugu montou uma gangue para espantar o adversário, Neném. Quando os rapazes viram isso prometeram que assim que formassem uma banda, seria batizada com essa frase.
.Bom, não tem o que comentar, o rock deles é puro, simples, e punk. Eu que já assisti um show deles sei que punk é a palavra de ordem.
domingo, março 15, 2009
Festa para animar o seu meio de semana

Alguns amigos, sedentos por rock de "boate", cansados da falta de opções em Maringá prometem que essa festa vai relembrar os bons tempos das Sonics de quinta no Tribos velho.
Quanto ao som, pode ir bem animado! Com certeza você vai ouvir muita coisa legal e se acabar na pistinha xadrez do D-Vinyl.
O bar vai abrir às 21h. Aproveitem e cheguem cedo porque até as 23h são r$5 e depois o preço sobe pra r$7.
Eu vou, e vocês?
sexta-feira, março 13, 2009
Aqui tem muito rock and roll

Apesar de todas as bandas terem feito um ótimo show, algumas em especial, merecem um destaque devido ao bom som, a boa presença de palco e ao estilo único que mostraram.
Entre elas, a banda maringaense Black Card formada há 5 anos por Mauricio (Vocal, guitarra e trompete), Guilherme (Guitarra e vocal), Allan (Bateria), Aurélio (Baixo) e Herculanum (trompete e vocal), ela tem um estilo hardcore/ska, que lembra um pouco de Dead Fish e Bad Religion. A banda teve alguns problemas de som na primeira música, mas depois mostraram que não estavam ali só de passagem, levantaram o público com ‘Viajando com Ari’ e para a surpresa geral o vocalista tirou um trompete, sabe se lá de onde, e deixou todos de queixo caído. O som ficou ótimo, a galera ficou maluca. Eles se tornaram fortes candidatos para ganhar o concurso, o trompete entrou na hora certa e eles mandaram muito bem. Para conhecer melhor: http://myspace.com/bandablackcard
A banda vinda de São José do Ivaí, Revelia, não deixou ninguém parado. Formada por Colai Frez (bateria), Gui Lopes (vocal), Leandro Regattieri (guitarra) e Virgilio Borges (baixo), eles têm um estilo próprio com suas críticas à política e ao país. Estão na linha do estilo da banda Faichecleres, misturado com rock anos 80. O vocalista, com uma dançinha pra lá de irreverente, conquistou algumas fãs por aqui. Com a música ‘Sistema’, que faz uma forte crítica aos políticos, o p
essoal aprovou nos gritos e pulos e no fim tinha gente cantando o refrão ‘a gente quer tocar no Distrito Federal, já que a festa rola solta no Planalto Central’ é eles tem futuro. Entrem em contato: http://bandasdegaragem.com.br/revelia A banda Antídoto, de Palmas, formada por Leandro Scalcon (guitarra e voz), Luis Fernando Rankel (baixo), Miriam Argenta (violoncelo) e Bruno Alves (bateria), merece um destaque especial, pois lançaram seu primeiro CD em janeiro e o melhor, distribuiram para a galera, eles têm um diferencial, Miriam, com seu violoncelo deu um toque feminino nesse grupo. Com influências de hardcore, em especial Bad Religion, a banda é indescritível e de fácil acesso com comunidade no orkut, myspace e vídeo no youtube. Acessem: http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/Antidotopalmas/
Agora sem querer desmerecer as outras bandas, mas irei comentar sobre uma em especial que foi a que mais mexeu com a galera, a que mostrou um rock diferente, a que enlouqueceu o público. A banda Brazilian Cajuns, de Londrina, formada por Sinner Jack (Vocal), Herbie Nelson (guitarra), B
illy Boy (bateria), Dirty Joe (gaita) Kinky Lawless (violão) e Kid Step Bill (contra baixo), veio com suas influências de Johnny Cash, Bob Dylan, Ernest Tubb entre outros. Caracterizados estilo faroeste, com direito a bota, chapéu, fivela e até lenços amarrados no pescoço, a banda chamou atenção desde a hora em que chegou ao local. Todos estavam curiosos para saber o que aquela banda iria aprontar e quando finalmente tocaram a música ‘Um cavalo chamado cavalo’ a galera foi ao delírio. Foi a banda que ficou mais tempo no palco, tocaram sete músicas e mais algumas após o término do concurso. O vocalista com uma voz inconfundível, o batera tocando em pé e todos animados, foi o que marcou essa apresentação. Com um estilo rural misturado com a energia dos roqueiros essa banda ainda vai dar o que falar. Acessem o my space deles, vai valer a pena: http://myspace.com/braziliancajunssouthernrebelsComo diria o pai do rock brasileiro, Raul Seixas: “É rock, é um toque, é forte!!”
domingo, março 08, 2009
Programa Garagem #1 (2009)

Trilha: Ted Gugu e os Espanta Neném
Primeira Música: "Eu Sei Dirigir"
"Dicas de Gaioto"
- Américo Cardoso
- Mixtape
- Koti e os Penitentes
"Bandas mais Esperadas do Ano"
- Pública - Bicicleta
- Vanguart - Just To See The Blue Eyes See
- Júpiter Maçã - Canção para Durmir
Entrevista com Ted Gugu e os Espanta Neném
E aqui para ouvir a segunda parte
sexta-feira, março 06, 2009
Novos rumos para Nevilton
Esperamos que eles voltem de ‘férias’ com toda a energia para a divulgação do CD.
Acessem o site da banda para conferir a agenda e conhecer suas musicas: http://nevilton.com.br/.
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
O Carnaval do Rock
Início do ano, mentes preguiçosas, festas e mais festas. Este é o carnaval, prato típico brasileiro indispensável no banquete de imagens pré-fabricadas que os gringos têm de nosso país. Mas, não se engane, nem só de batucadas vive a festa. Em terras carnavalescas, o rock também samba.
Para muitos, é de se estranhar, mas cidades consideradas capitais da folia são redutos de grandes bandas e artistas com talentos únicos. Vejam só: em Olinda, Pernambuco, podemos trocar o frevo por China, mistura do sentimentalismo da jovem guarda, gritos enlouquecidos e sorte, muita sorte.

Mais além, na Bahia, trocaremos também os orixás, abadás, acarajés, e tudo mais, por Cascadura. Em Salvador, a banda já constrói uma história de 17 anos, 4 cds lançados e muito respeito por todo o Brasil, sendo inclusive freqüentadora assídua de programas televisivos. Apesar do som dos soteropolitanos ter influência country e indie, ele pode ser enquadrado entre um dos bons pop/rock nacional, e também é uma ótima pedida para o feriado.
Por fim, como não poderia faltar, chegamos ao Rio de Janeiro. Lá, poderia citar diversos e diversos artistas

com qualidade sonora acima da média, mas, como o samba o é por lá, citarei alguém famoso, reconhecido e sacana. Nada contra Marcelo Camelo, aliás, sua música é boa demais. Também, o que ele faz fora da música pouco me importa. Entenda-me, não troque seu carnaval por pegas pedófilos, sim o troque por uma bela obra de arte que é o recém-lançado disco do ex-hermano, “Sou”. Que disco! Melodias lindas, letras bem pensadas e muito sentimento fazem do CD um dos melhores lançados na cena em 2008, senão o melhor.
Ficam aí minhas sugestões. Acredito que uma guitarra em punho sempre será o melhor objeto para se pular carnaval, porém, o que entra em sua avenida, amigão, é de sua escolha e problema. Faça bom proveito.
Por Erick Gimenes
A volta
sábado, dezembro 06, 2008
Let's Guitar!

Hoje (sáb, 06 de dezembro de 2008 - vai saber quando vamos atualizar isso aqui), lá na Base, tem a final do primeiro campeonato de Guitar Hero de Maringá. Bom, nada contra o joguinho, mas o importante mesmo é dizer que para a festa de encerramento do campeonato, vai rolar shows das bandas Dissonantes (Curitiba), Bety by Alone (Maringá) e Ecos Falsos (São Paulo).

Pela terceira vez na cidade, o Ecos Falsos lançou no ano passado um dos melhores discos nacionais do ano!, o “Descartável Longa Vida”. O Dissonantes vem para Maringá pela segunda vez esse ano, na primeira muita gente elogiou o show. Eles também lançaram no começo desse ano o disco “Cassino”, muito elogiado por aí. E o Betty by Alone não precisa nem falar, considerada por muitos a melhor banda maringaense.
Os ingressos antecipados para a festa custam apenas r$10!
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Programa #21

Primeira música: Blues na Caatingueira
- Curumin - Esperança
- The Dead Lover's Twisted Heart - Huckleberry Finn
- Walverdes - Altos e Baixos
"40 Anos de Mutantes"
- Merengue Brutal - Se Fores Fazer Uma Cirurgia
- Três centavos - Spleen
- Bonifrate - Os Anões da Vila do Magma
- Maria do Relento – Rock and Roll Whisky
- Semiinsano – Até Onde Chegar
- Helio Guerson e Carlos Guerson – Ana Lúcia
"Singles Perdidos Pela Internet"
- Hiroshima Me Devore - Mathias Rust
- Nanan - Pitoca Pitoquinha
- Supercordas - Mágica
E aqui para ouvir a segunda
sexta-feira, novembro 28, 2008
Programa #20

Trilha: "Arthur Faria e Seu Conjunto", Arthur Faria e Seu Conjunto
Primeira música: Milonga da Moça Gorda
- Acidogroove - O anti-herói
- Ramiro, o quinto - Hello
- Pão de Hambúrguer - O Campeão da Apatia
- Acabou La Tequila - Disk China
- Little Quail and The Mad Birds - 1, 2, 3, 4
- Zefirina Bomba - Pode Ser
- Banda Wills - Sobrenome
- Giannini - Um alguém
- Os Kompressores - Anita
- High High Suicides - Devils Girl
- Valentinos - Tardes Frias
- Identidade - Jogo Sujo
quarta-feira, novembro 19, 2008
Programa #19

Trilha: "Os Cabinha", Os Cabinha
Primeira música: Tio Gordão
PRIMEIRA PARTE
"Bloco dos Estagiários"
- Dee Diedrich e os Marlenes - Equação Absurda
- All The Hats - No Borders
- Mar Céu Azul- Jo ão
"Bandas Com Metais"
- Siba e a Fuloresta - Doze Linha
- Sapo Banjo - Música Pra Bailar
- Arthur de Faria e Seu Conjunto - Um Teco Teco Amarelo
"Bandas de Minas Gerais"
- Porcas Borboletas - Lembrancinha
- Radiotape - Tarde Demais
- The Dead Lover's Twisted Heart - All Night Long
"Acorde Universitário"
- The Cockroaches - Impressão Sem Coração
- A Inimitável Fábrica de Jipes - Na Mochila Cabe o Mundo
- Stoned Beavers - Drive-Me Crazy
quarta-feira, novembro 05, 2008
Wander Wildner em Maringá

Wander lançou seu primeiro disco solo “Baladas Sangrentas”, pelo seu próprio selo Fora da Lei em 1996. Desde então foram quatro discos, uma coletânea e um acústico MTV, até chegar nesse último álbum.
Se você nunca ouviu o Wander Wildner ao vivo, não perca essa oportunidade!
Data: 08/11/2008 (Sábado)
Local: A Base (Av. Cerro Azul, 323)
Ingressos antecipados R$ 15,00 na Jay Pee (Av. Tiradentes, 87 / 3026-3485)
sábado, novembro 01, 2008
Podem parecer desajustados, mas não foram criados no computador
Fotos: -show: Bar Garage 570
-entrevista: Silvia Horta
Em Curitiba, no último dia 25, assisti ao show de uma das bandas mais reconhecidas da cena independente. Com suas roupas demodês, sapatos a la Jerry Lee Lewis, e o velho riff de guitarra mod (mesmo eles afirmando de pé junto que não são modes), vi de perto eles cantando “Metida demais”. Pra quem acompanha o rock alternativo sabe que estou falando dos curitibanos do Faichecleres.
O trio fez um show, pelo menos pra mim, histórico nesse dia. Em primeiro lugar porque fazia um ano que eles não tocavam em casa. Em segundo, quem abriu o show dos caras no bar Garage 570, foi a também curitibana Relespública, que não agradou muito com seu CD novo, moralismo demais, acredito ter agradado só o Greenpeace.
Mas outros fatores fizeram dessa noite especial, o ex-integrante Charles Britto, que teve que sair da banda em 2001 quando sofreu um acidente de carro, fez uma participação surpreendente. Segundo o guitarrista Marcos Gonzatto o combinado com Charles era para ele apenas tocar uma música, mas ele subiu no palco sem muletas, tocou três músicas e ainda deu um show de presença de palco quando deitou no chão e delirou ao som da sua antiga banda. “Foi como voltar no início da banda, lá em 1998, 1999”, comenta Marcos.
E por falar em integrante que teve que sair, o Faichecleres afirma para aqueles que achavam que a banda ia acabar depois da saída de Giovani Caruso, que continuam firme, fortes e produzindo. A saída do músico de início gerou um certo desconforto no grupo, Marcos Gonzatto até me disse que “ficou sem chão” com o anúncio de sua saída, mas que o Faichecleres para ele é um exemplo de superação. A entrada do contrabaixista Emidio Jorge em fevereiro, fortaleceu ainda mais a banda. Suas influências, seu conhecimento de harmonia, e o fato de tocar piano (sim, teve até piano no show) está ajudando a evolução do som da banda.
Mas falando em produção, a banda já está divulgando seu terceiro disco, que sai em março. No show que assisti em Curitiba, eles já tocaram algumas musicas desse novo álbum e me contaram em primeira mão o nome desse disco novo: “Uma noite daquelas”, que é também o nome de uma das faixas desse disco.
Em relação às novas musicas, percebi que eles não perderam o “charme” das letras típicas Faichecleres: “Ele gostou de ter duas namoradas”; “No final você vai se humilhar e vai pagar pra ver o meu show”; “Augusta me provoque, vamos brincar com a nossa sorte”, enfim, alguns chamam de machismo, mas todo mundo gosta, pelo menos eu adoro! Mas voltando a esse novo som, achei que as músicas estão com um toque mais pesado, mais inconseqüente, menos “The Who”. E o baterista Tuba me falou que o Faichecleres nunca foi mod “nossas influências são de músicas boas”. Por que será que todo mod não assume que é mod? Quem tiver a resposta me manda um e-mail.
Mas voltando ao novo disco do Faichecleres, como disse está um pouco diferente do que a galera está acostumada, segundo os meninos da banda eles estão em fase de evolução, mas “quem quer ouvir ‘Aninha sem tesão’ ouve o primeiro disco. Quem quer ouvir ‘Garotinha da mamãe’ ouve o segundo”, simples assim, explicou Tuba Caruso.
E além das novas canções da banda, durante o show fui surpreendida por versões das minhas duas bandas preferidas. A primeira do Júpiter Maça, eles fizeram um cover da música “Casalzinho pegando fogo”, e tenho que comentar que a platéia inteira pegou fogo nesse momento. Mas o que mais me deixou surpresa, foram as duas músicas que tocaram do AC/DC, esperava ouvir um The Who, nunca o hard rock dos australianos que não saem da minha cabeça. Mas depois conversando com Marcos Gonzatto, ele revelou que é um grande fã da banda e principalmente do saudoso vocalista Bon Scott.
Mas para finalizar a minha experiência com Faichecleres, tenho que repetir, é uma banda surpreendente. Para quem tentou me alertar dizendo que a banda não é mais a mesma, pode ser que sim, afinal dessa vez Tuba Caruso não lambeu minha orelha (já que, quando estiveram em Maringá, em entrevista ao Garagem, fui vítima de tal fatalidade). Mas diria que o Faichecleres ainda vai permanecer tão bom, tão rock’n roll como sempre foram, e quem sabe deixar seus passos na calçada da fama.

