terça-feira, maio 19, 2009

Programa Garagem # 5 (2009)




Trilha: Rafael Sonic "Soturno"
Primeira Música: Em cima do muro

A música independente está bombando de novidades

Mordida - Tapete Molhado
Móveis Coloniais de Acaju- O Tempo
Frank Jorge- Elvis
Discos injustiçados

Graforréia Xilarmonica - Meus dois amigos
Canastra (Chega de falsas promessas)- Motivo de chacota
Superguidis (Amarga Sinfonia do Superstar)- 6 anos


Sexta Feira 13

Sick Sick Siners- Vodoo Queen
Os Baratas tontas – Quem Não Ama Mata
Kães Vadius - Homem Lagarto
Bandas Festival PUB

Antídoto – Dia da Revolução
Brazilian Cajuns – Cavalo Chamado Cavalo
Hiroshima me Devora – Prelúdio

quinta-feira, maio 07, 2009

Programa Garagem # 4


Trilha: The Cockroaches
Primeira Música: Marcha tanga frouxa
1º Bloco:
"Homenagem à Thiago Soares"
Stuart: Anti-herói barriga verde
Charme Chulo: A Beleza e a dor d'alma
Boni Frate: A dança da mosca dragão
2º Bloco:
"Escolha da banda Cockroaches"
Ted Gugu e Os Espanta Neném- Como você engordou
Brian Oblivion e Seus Raios Catódicos- Comanche
Família Palim- O grande irmão
Entrevista com The Cockroaches

terça-feira, maio 05, 2009

Falando em Inimitável

Texto e foto: Lizandra Gomes

Na última sexta-feira compareci no Play House Studio, onde estava rolando o ensaio da banda "A Inimitável Fábrica de Jipes", para conversar com o Rafael Souza sobre um esquema bem legal.

Na verdade o que está acontecento é que a banda foi convidada para tocar no projeto Super Nova, no SESC Vila Mariana em São Paulo. O projeto tem a intenção de descobrir bandas em ascensão, e o convite para a "Inimitável" surgiu porque o Rafa, vocalista da banda, mandou os dois CD's que eles têm gravados para o pessoal do SESC, que por fim analisaram e chamaram os caras para tocarem lá no próximo dia 22, a partir das 20h30, com preços diversos e acessíveis.

"A Inimitável Fábrica de Jipes" é uma das bandas mais antigas de Maringá e sempre leva o nome do rock daqui para vários lugares do país.“Esse show é um marco para o rock maringaense, nenhuma outra banda já participou de um projeto tão grande e sério como Super Nova”, conta Souza.

O espetáculo será mesmo uma grande oportunidade de demonstrar que Maringá também produz música própria, pois o show com 1h15 de duração vai contar com a participação do dramaturgo Mário Bortolotto (autor da peça "Nossa vida não vale um Chevrolet).

No repertório vai ter músicas dos dois CD's ("O dia em que seremos todos felizes" e "Canções despedaçadas para juntar os cacos") e três músicas novas, portanto a intenção dos rapazes (Rafael Souza, Igor Grande, Ricardo Herrera e Fernando Duran) é grvar um DVD nesse show, por isso até o Stone da Jay Pee vai acompanhá-los nessa viagem para dar uma assistência técnica no som.

Além da presença do Stone, a "Inimitável Fábrica de Jipes" contratou um empresário, Sérgio Takao (da Tas Eventos), não só pela exigência do Super Nova, mas também porque já havia surgido a necessidade. E a banda ainda está convidando quem quiser assistir o show, para viajarem juntos no microônibus que eles estão alugando. Mais informações o Rafa Souza poderá esclarecer, é só entrar no site deles.

Programa Garagem #3 (2009)

Trilha: A Inimitável Fábrica de Jipes
Música: "Sindrome de Estocolmo"

"Escolhas de Rafael Souza"

- Aerocirco
- Pullovers
- Cascadura
"Festival Psicodália"

- Gato Preto- "Homo tudo Sapiens"
- Seres Inteligiveis Vindos do Hiperurani- "Seja bem vindo quem vai
- Trem Fantasma- "De fato"


Entrevista com Rafael Souza d'A Inimitável Fábrica de Jipes

segunda-feira, maio 04, 2009

Se quer que as coisas funcionem, faça você mesmo

Peço desculpas à todos que me cobraram a atualização dos programas no podcast, mas problemas com estagiários ocupados (que eram os responsáveis por essa função), companheiros de programa defasados no quesito internet e minhas ocupações na rádio, com a faculdade e outros projetos que tenho impediram que o blog fosse atualizado.

Enfim, acredito que até o meio da próxima semana o blog/podcast vai estar acompanhado a atualização do programa, pois vou postar um programa atrasado por dia.
Então aí vai o segundo programa Garagem de 2009.


Trilha: Rafael Castro
Primeira Música: Fotocópia
PRIMEIRA PARTE

Sobre a T.Recs (Músicas escolhidas pelo organizador da festa)
Mordida-"Tokyo"
Droogies-"Streep Striper"
Superguidis- "Ainda sem nome"
Obs.: Todo mundo que curte rock e tem orkut já sabe, mas na próxima quinta-feira tem a segund edição da T. Recs no Divinyl a partir das 23 horas.

Gente inteligente ouvindo a gente
Borderlinez- "Ode ao tempo"
The Name- "Can you dance boy?"
El Mato a un policia motorizado- música desconhecida

SEGUNDA PARTE

Bandas de Umuarama que a Mari Ferré escolheu
Nevilton- "Nas esquinas de Umuarama"
Joke Box- "Meio centavo"
Tereza Solidão- "Amanhã ou depois"

"Já ouviu essa música?"
Delitus- "Eu errei"
Anacronica- "Eles me querem assim"
Rafael Sonic- "Arrumando a casa"

segunda-feira, abril 27, 2009

A expectativa foi maior

Fotos: Ricardo "Xico Wood"
Texto: Lizandra Gomes

Um dos shows mais esperados do ano no meio alternativo já aconteceu, Júpiter Maçã finalmente veio à Maringá levando um público considerável ao Tribos no dia 18 de abril.
Antes do show tive o prazer de conversar com ele numa entrevista que vai ao ar nessa quinta-feira às 23 horas (você poderá ouvir pelo site da radio ou sintonizar 94.3FM). Vale ressaltar que durante a entrevista foi possível perceber que o pouco tempo que ficou parado fez muito bem a ele, já que elegância foi a primeira impressão que me passou. Mas quando perguntei sobre essa nova era de shows que ele está fazendo (pós-rehab) ele disse, com todo seu sotaque gaúcho misturado com os anos que morou em “London”, que o show passaria por todas as suas fases, tocando todos os “hits” de sua carreira e ainda finalizou com “Vai ser um show exciting”.

Pois bem, não tão elegante quanto na entrevista, vestindo uma blusinha preta agarradinha mostrando uma pancinha saliente, um coturno preto e um chapéu do estilo cartola, Júpiter Maçã chegou no bar entre uma e meia ou uma e cinqüenta da madrugada. Acompanhado de sua banda (de peso), com Thunderbird, Astronauta Pinguim, Dustan Galas e Felipe Maia, ele começou o show com a música “Querida Superhist x Mister Frog”, o que animou o público.

Aliás, um dia antes, dia 17 de abril ele fez um show em Londrina inaugurando uma casa noturna, e alguns fãs que assistiram o show de lá também vieram agitar no Tribos e durante a apresentação eles gritavam e cantavam incansavelmente músicas do Cascavelletes e TNT (primeiras bandas que o Júpiter participou, não exatamente nessa ordem). Muito bem humorado, (ou não) ele apenas respondeu “Vejo que tem alguns fãs de Cascavelletes aqui”.

Mas voltando ao show, quem esperava um “Sétima Efervescencia” (primeiro disco solo dele) só pode desfrutar desse momento quando tocou “Lugar do Caralho” (música do Júpiter eternizada por Raul Seixas), “Miss Lexotan 6 mg” e finalizou o show com “Essência Interior”. O resto do show foi intercalado com as músicas bossa-nova eletrônica do “Plastic Soda” (disco lançado em 1999), do último disco dele o “Uma Tarde na Fruteira” (lançado no Brasil final do ano passado) que eu me lembre ele tocou apenas “A marchinha psicótica do Dr. Soup”, o hit do seu último disco.

Pois bem, no final do show ouvi muitas críticas a respeito da performance de Júpiter no palco, já que ele não foi tão performático quanto era de costume ver nos shows espalhados pelo You Tube. Sua performance foi “simpática” porém simples, fez o que devia fazer, conversou levemente com o público, tocou as músicas que quis e foi embora.

quinta-feira, abril 16, 2009

Novidades e Júpiter Maça

Hoje no Garagem estréia um novo quadro. À partir desse programa Flávio Silva, da Sonic Flower Club estréia seu quadro "Momento Sonic Flower", com informações e a sua opinião sobre o independente nacional.
Não percam hoje (quinta-feira) às 23 horas, com reprise sábado às 17 horas e segundas às 18 horas, na RUC 94.3 FM ou on line pelo site da rádio.

E falando em Sonic Flower, é sempre bom lembrar, nesse sábado tem a lenda do independente nacional, Júpiter Maçã, a partir das 23 horas no Tribos. Eu vou!

Um beijo, encontro vocês lá (no programa e no show).

sexta-feira, abril 03, 2009

Isso sim é punk

Bendito o dia em que eu estava na rádio (94.3FM) e esbarrei com dois rapazes. Logo o coordenador da rádio, Elias Gomes de Paula, a voz, veio falar comigo “Lizandra, esses dois rapazes têm uma banda, dá uma olhada no MySpace deles”.
Sempre que alguém me indica uma banda tenho duas sensações, fico curiosa e ao mesmo tempo desconfiada, fico imaginando “Será que isso presta?!”, e na maioria das vezes tenho muito azar, já ouvi muita coisa ruim na vida. Então, quando cheguei em casa fui ouvir a banda que esteve na rádio naquele dia e para a minha surpresa exceções realmente acontecem, estou falando dos maringaenses do “Ted Gugu e Os Espanta Neném”.
A banda existe a mais de três anos, é formada por quatro maringaenses: Josimar (vocal), Domingos(baixo), Rafaele(bateria) e Rodrigo (guitarra). E juntos eles formam uma das melhores bandas de punk rock nacional que eu já ouvi na vida.

Acredito que pra fazer música você deve valorizar as pequenas coisas que acontecem ao seu redor, e isso com certeza esses quatro meninos sabem fazer, em primeiro lugar pela história do nome da banda. Em uma rixa de bairro um certo garoto chamado Ted Gugu pichou em um portão do bairro ‘inimigo’ a frase ameaçadora “Ted Gugu e Os Espanta Neném”, ou seja, o tal Ted Gugu montou uma gangue para espantar o adversário, Neném. Quando os rapazes viram isso prometeram que assim que formassem uma banda, seria batizada com essa frase.

Outro ponto forte da banda são as letras sarcásticas, que tratam de forma bem humorada algumas questões sociais e conflitos pessoais, como frustrações, vingança, pulverização do sexo pela sociedade, entre outros motivos que compõem as letras das canções da demo que os rapazes lançaram ano passado, a “Berçário para lunáticos”.

O último trabalho do “Ted Gugu e Os Espanta Neném” é o single “Eu sei Dirigir”. A música lançada virtualmente é uma brincadeira com jovens que pegam o carro escondido dos pais.
Bom, não tem o que comentar, o rock deles é puro, simples, e punk. Eu que já assisti um show deles sei que punk é a palavra de ordem.
M
as se quiser conferir o som deles antes pra cantar as músicas junto e bem alto, é só acessar o MySpace deles .

domingo, março 15, 2009

Festa para animar o seu meio de semana


Galera, pra quem tava sentindo falta de rock no meio da semana, dia 19 de março vai rolar a 1ª edição da T.RECS.

Alguns amigos, sedentos por rock de "boate", cansados da falta de opções em Maringá prometem que essa festa vai relembrar os bons tempos das Sonics de quinta no Tribos velho.


Quanto ao som, pode ir bem animado! Com certeza você vai ouvir muita coisa legal e se acabar na pistinha xadrez do D-Vinyl.

O bar vai abrir às 21h. Aproveitem e cheguem cedo porque até as 23h são r$5 e depois o preço sobe pra r$7.
Eu vou, e vocês?

sexta-feira, março 13, 2009

Aqui tem muito rock and roll

Texto: Mariana Ferré
Fotos: Divulgação

Para quem decidiu sair no sábado, 07 de março, e não compareceu ao Pub Fiction, perdeu uma noite movida pelo rock and roll. O 1° Concurso de Bandas com Composições Próprias, organizado por Natan, dono do bar, movimentou a casa como um bom show de rock deve fazer, apesar de ter havido alguns problemas no som.

O esquema de votação foi voto popular, cada pessoa recebeu um papel na entrada, com o nome de todas as bandas e o espaço para as notas, que iam de 3,0 a 10,0. O prêmio para o 1° colocado é de R$ 250 e para o 2° R$ 100. Natan disse que gostaria de ter dado um prêmio melhor, mas que nenhuma das lojas que ele pediu apoio aceitou contribuir.

Foram 16 bandas com estilos bem variados, cada banda teve 20 minutos no total para se apresentar, 15 minutos para se arrumar e cinco para tocar uma música.

Porém, nenhuma delas ficaram em apenas uma música, as que tiveram maior aceitação do público chegaram a tocar três ou até mais. As bandas maringaenses que se apresentaram foram:Flyer, Black Card, Serena, Mindwall, Hiroshima me Devora, Cash in Flowers, D_tubus Rock, Primórdios, Kyrie, Let’s Rock, Quarentine e ainda Tente Mudar o Amanhã e Brazilian Cajuns de Londrina, Revelia de São José do Ivaí, Antídoto de Palmas e Yoga de Campo Mourão.
Apesar de todas as bandas terem feito um ótimo show, algumas em especial, merecem um destaque devido ao bom som, a boa presença de palco e ao estilo único que mostraram.

Entre elas, a banda maringaense Black Card formada há 5 anos por Mauricio (Vocal, guitarra e trompete), Guilherme (Guitarra e vocal), Allan (Bateria), Aurélio (Baixo) e Herculanum (trompete e vocal), ela tem um estilo hardcore/ska, que lembra um pouco de Dead Fish e Bad Religion. A banda teve alguns problemas de som na primeira música, mas depois mostraram que não estavam ali só de passagem, levantaram o público com ‘Viajando com Ari’ e para a surpresa geral o vocalista tirou um trompete, sabe se lá de onde, e deixou todos de queixo caído. O som ficou ótimo, a galera ficou maluca. Eles se tornaram fortes candidatos para ganhar o concurso, o trompete entrou na hora certa e eles mandaram muito bem. Para conhecer melhor:
http://myspace.com/bandablackcard

A banda vinda de São José do Ivaí, Revelia, não deixou ninguém parado. Formada por Colai Frez (bateria), Gui Lopes (vocal), Leandro Regattieri (guitarra) e Virgilio Borges (baixo), eles têm um estilo próprio com suas críticas à política e ao país. Estão na linha do estilo da banda Faichecleres, misturado com rock anos 80. O vocalista, com uma dançinha pra lá de irreverente, conquistou algumas fãs por aqui. Com a música ‘Sistema’, que faz uma forte crítica aos políticos, o pessoal aprovou nos gritos e pulos e no fim tinha gente cantando o refrão ‘a gente quer tocar no Distrito Federal, já que a festa rola solta no Planalto Central’ é eles tem futuro. Entrem em contato:
http://bandasdegaragem.com.br/revelia



A banda Antídoto, de Palmas, formada por Leandro Scalcon (guitarra e voz), Luis Fernando Rankel (baixo), Miriam Argenta (violoncelo) e Bruno Alves (bateria), merece um destaque especial, pois lançaram seu primeiro CD em janeiro e o melhor, distribuiram para a galera, eles têm um diferencial, Miriam, com seu violoncelo deu um toque feminino nesse grupo. Com influências de hardcore, em especial Bad Religion, a banda é indescritível e de fácil acesso com comunidade no orkut, myspace e vídeo no youtube. Acessem: 
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/Antidotopalmas/

Agora sem querer desmerecer as outras bandas, mas irei comentar sobre uma em especial que foi a que mais mexeu com a galera, a que mostrou um rock diferente, a que enlouqueceu o público. A banda Brazilian Cajuns, de Londrina, formada por Sinner Jack (Vocal), Herbie Nelson (guitarra), Billy Boy (bateria), Dirty Joe (gaita) Kinky Lawless (violão) e Kid Step Bill (contra baixo), veio com suas influências de Johnny Cash, Bob Dylan, Ernest Tubb entre outros. Caracterizados estilo faroeste, com direito a bota, chapéu, fivela e até lenços amarrados no pescoço, a banda chamou atenção desde a hora em que chegou ao local. Todos estavam curiosos para saber o que aquela banda iria aprontar e quando finalmente tocaram a música ‘Um cavalo chamado cavalo’ a galera foi ao delírio. Foi a banda que ficou mais tempo no palco, tocaram sete músicas e mais algumas após o término do concurso. O vocalista com uma voz inconfundível, o batera tocando em pé e todos animados, foi o que marcou essa apresentação. Com um estilo rural misturado com a energia dos roqueiros essa banda ainda vai dar o que falar. Acessem o my space deles, vai valer a pena:
http://myspace.com/braziliancajunssouthernrebels

Como diria o pai do rock brasileiro, Raul Seixas: “É rock, é um toque, é forte!!”

domingo, março 08, 2009

Programa Garagem #1 (2009)


Trilha: Ted Gugu e os Espanta Neném
Primeira Música: "Eu Sei Dirigir"


PRIMEIRA PARTE

"Dicas de Gaioto"

- Américo Cardoso
- Mixtape
- Koti e os Penitentes

"Bandas mais Esperadas do Ano"

- Pública - Bicicleta
- Vanguart - Just To See The Blue Eyes See
- Júpiter Maçã - Canção para Durmir


SEGUNDA PARTE

Entrevista com Ted Gugu e os Espanta Neném

Clique aqui para ouvir a primeira parte
E aqui para ouvir a segunda parte

sexta-feira, março 06, 2009

Novos rumos para Nevilton





A banda cheia de simpatia, Nevilton, de Umuarama, ganhadora do prêmio de melhor banda de Maringá e região do Sonic Flower 2008, esta prestes a gravar o seu primeiro CD, com 12 musicas próprias, eles estão confiantes de que agora a banda vai ganhar um reconhecimento, quem sabe nacional. O que não é difícil, pois com suas influências de indie rock e bossa nova, dançantes estilo Modest Mouse, essa mistura toda forma como dizem por ai ‘um indie rock abrasileirado’ e eles vem agradando o publico, que sempre é fiel aos shows da banda.

Formada por Nevilton de Alencar (guitarra e vocal); Tiago Inforzato (baixo) e Fernando Livoni (bateria) têm quase dois anos de formação e vêm ganhando cada vez mais espaço na cena do rock independente.

A recente composição de Tom é um pouco diferente das outras musicas dele e com uma parceria pra lá de especial de Luanna Belini, ‘Nas esquinas de Umuarama’ vem com um estilo meio rock rural, juntando o sertanejo, rock e mpb que rola na cidade. “É a mistura de umas guitarras de blues e moda de viola” completou Tiago.

A banda ganhou reconhecimento do publico de fora por meio das musicas que soltaram pela internet e pelos festivais que participaram. As pessoas escutam, gostam e entram em contato, agendam shows e é por essa linha que eles chegaram ao sonho da maioria das bandas de garagem, a gravação do primeiro CD. Foram para São Paulo na madrugada de sábado para domingo (28 de fevereiro) e vão ficar por lá essa semana trabalhando em cima da gravação, no estúdio YB. “Acho que só as doze musicas vão fazer sucesso.” Brincou Nevilton bem confiante. O que não é de se duvidar, sempre com suas próprias composições a banda é um espelho para outras de Umuarama.
Esperamos que eles voltem de ‘férias’ com toda a energia para a divulgação do CD.

Agora é só aguardar para saber o resultado desse trabalho, que com certeza não vai decepcionar.

Acessem o site da banda para conferir a agenda e conhecer suas musicas: http://nevilton.com.br/.




Por Mariana Ferré

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

O Carnaval do Rock

Mesmo após o Carnaval, o Programa Garagem deixa suas dicas para uma folia mais produtiva.

Início do ano, mentes preguiçosas, festas e mais festas. Este é o carnaval, prato típico brasileiro indispensável no banquete de imagens pré-fabricadas que os gringos têm de nosso país. Mas, não se engane, nem só de batucadas vive a festa. Em terras carnavalescas, o rock também samba.

Para muitos, é de se estranhar, mas cidades consideradas capitais da folia são redutos de grandes bandas e artistas com talentos únicos. Vejam só: em Olinda, Pernambuco, podemos trocar o frevo por China, mistura do sentimentalismo da jovem guarda, gritos enlouquecidos e sorte, muita sorte.
Não é qualquer um que tem o apoio de duas instituições como China tem. MTV e Roberto Carlos, pilares de uma ascensão no cenário nacional. A primeira, além de ser parceira no lançamento do CD e DVD “Sintonizando Recife”, vem o adotando como novo queridinho da casa. Vinhetas e programas estrelados por ele são freqüentes. O rei, por sua vez, o serve de inspiração e comparação. Para muitos, o pernambucano canta da mesma forma que Roberto, e, sendo assim, há de se convir: não precisa-se de mais nada quando se tem a voz real.

Mais além, na Ba
hia, trocaremos também os orixás, abadás, acarajés, e tudo mais, por Cascadura. Em Salvador, a banda já constrói uma história de 17 anos, 4 cds lançados e muito respeito por todo o Brasil, sendo inclusive freqüentadora assídua de programas televisivos. Apesar do som dos soteropolitanos ter influência country e indie, ele pode ser enquadrado entre um dos bons pop/rock nacional, e também é uma ótima pedida para o feriado.

Por fim, como não p
oderia faltar, chegamos ao Rio de Janeiro. Lá, poderia citar diversos e diversos artistas
com qualidade sonora acima da média, mas, como o samba o é por lá, citarei alguém famoso, reconhecido e sacana. Nada contra Marcelo Camelo, aliás, sua música é boa demais. Também, o que ele faz fora da música pouco me importa. Entenda-me, não troque seu carnaval por pegas pedófilos, sim o troque por uma bela obra de arte que é o recém-lançado disco do ex-hermano, “Sou”. Que disco! Melodias lindas, letras bem pensadas e muito sentimento fazem do CD um dos melhores lançados na cena em 2008, senão o melhor.

Ficam aí minh
as sugestões. Acredito que uma guitarra em punho sempre será o melhor objeto para se pular carnaval, porém, o que entra em sua avenida, amigão, é de sua escolha e problema. Faça bom proveito.

Por Erick Gimenes

A volta

Eu sei que muitos devem estar ansiosos e curiosos para a volta do Programa Garagem. Então não percam a partir da primeira semana de março, no mesmo horário o programa do independente nacional.

sábado, dezembro 06, 2008

Let's Guitar!


Hoje (sáb, 06 de dezembro de 2008 - vai saber quando vamos atualizar isso aqui), lá na Base, tem a final do primeiro campeonato de Guitar Hero de Maringá. Bom, nada contra o joguinho, mas o importante mesmo é dizer que para a festa de encerramento do campeonato, vai rolar shows das bandas Dissonantes (Curitiba), Bety by Alone (Maringá) e Ecos Falsos (São Paulo).

Pela terceira vez na cidade, o Ecos Falsos lançou no ano passado um dos melhores discos nacionais do ano!, o “Descartável Longa Vida”. O Dissonantes vem para Maringá pela segunda vez esse ano, na primeira muita gente elogiou o show. Eles também lançaram no começo desse ano o disco “Cassino”, muito elogiado por aí. E o Betty by Alone não precisa nem falar, considerada por muitos a melhor banda maringaense.

Os ingressos antecipados para a festa custam apenas r$10!


quarta-feira, dezembro 03, 2008

Programa #21


Trilha: "Tipo Exportação", Café Com Blues
Primeira música: Blues na Caatingueira


"Festival Calango 2008"
- Curumin - Esperança
- The Dead Lover's Twisted Heart - Huckleberry Finn
- Walverdes - Altos e Baixos

"40 Anos de Mutantes"
- Merengue Brutal - Se Fores Fazer Uma Cirurgia
- Três centavos - Spleen
- Bonifrate - Os Anões da Vila do Magma


"Sobre o Hibridismo Cultural"
- Maria do Relento – Rock and Roll Whisky
- Semiinsano – Até Onde Chegar
- Helio Guerson e Carlos Guerson – Ana Lúcia

"Singles Perdidos Pela Internet"
- Hiroshima Me Devore - Mathias Rust
- Nanan - Pitoca Pitoquinha
- Supercordas - Mágica

Clique aqui para ouvir a primeira parte do programa
E aqui para ouvir a segunda

sexta-feira, novembro 28, 2008

Programa #20


Trilha: "Arthur Faria e Seu Conjunto", Arthur Faria e Seu Conjunto
Primeira música: Milonga da Moça Gorda


"Bandas Que Precisam Gravar Mais Músicas"
- Acidogroove - O anti-herói
- Ramiro, o quinto - Hello
- Pão de Hambúrguer - O Campeão da Apatia

"Clássicos da Música Independente"
- Acabou La Tequila - Disk China
- Little Quail and The Mad Birds - 1, 2, 3, 4
- Zefirina Bomba - Pode Ser


"Bandas Que Aprontam Um Verdadeiro Pampeiro "
- Banda Wills - Sobrenome
- Giannini - Um alguém
- Os Kompressores - Anita

"Bloco de Gaioto Para Richard"
- High High Suicides - Devils Girl
- Valentinos - Tardes Frias
- Identidade - Jogo Sujo

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E
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quarta-feira, novembro 19, 2008

Programa #19


Trilha: "Os Cabinha", Os Cabinha
Primeira música: Tio Gordão

PRIMEIRA PARTE

"Bloco dos Estagiários"
- Dee Diedrich e os Marlenes - Equação Absurda
- All The Hats - No Borders
- Mar Céu Azul- Jo ão

"Bandas Com Metais"
- Siba e a Fuloresta - Doze Linha
- Sapo Banjo - Música Pra Bailar
- Arthur de Faria e Seu Conjunto - Um Teco Teco Amarelo

SEGUNDA PARTE

"Bandas de Minas Gerais"
- Porcas Borboletas - Lembrancinha
- Radiotape - Tarde Demais
- The Dead Lover's Twisted Heart - All Night Long

"Acorde Universitário"
- The Cockroaches - Impressão Sem Coração
- A Inimitável Fábrica de Jipes - Na Mochila Cabe o Mundo
- Stoned Beavers - Drive-Me Crazy



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E
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quarta-feira, novembro 05, 2008

Wander Wildner em Maringá


Como você já deve estar sabendo, sábado Wander Wildner está de volta à Maringá para um show na Base. O repertório está direcionado com músicas do seu CD “La Canción Inesperada” lançado esse ano. Quem abre o show é a banda de Umuarama, Nevilton.

Wander lançou seu primeiro disco solo “Baladas Sangrentas”, pelo seu próprio selo Fora da Lei em 1996. Desde então foram quatro discos, uma coletânea e um acústico MTV, até chegar nesse último álbum.

Se você nunca ouviu o Wander Wildner ao vivo, não perca essa oportunidade!

Data: 08/11/2008 (Sábado)
Local: A Base (Av. Cerro Azul, 323)
Ingressos antecipados R$ 15,00 na Jay Pee (Av. Tiradentes, 87 / 3026-3485)

sábado, novembro 01, 2008

Podem parecer desajustados, mas não foram criados no computador

Texto: Lizandra Gomes
Fotos: -show: Bar Garage 570
-entrevista: Silvia Horta



Em Curitiba, no último dia 25, assisti ao show de uma das bandas mais reconhecidas da cena independente. Com suas roupas demodês, sapatos a la Jerry Lee Lewis, e o velho riff de guitarra mod (mesmo eles afirmando de pé junto que não são modes), vi de perto eles cantando “Metida demais”. Pra quem acompanha o rock alternativo sabe que estou falando dos curitibanos do Faichecleres.

O trio fez um show, pelo menos pra mim, histórico nesse dia. Em primeiro lugar porque fazia um ano que eles não tocavam em casa. Em segundo, quem abriu o show dos caras no bar Garage 570, foi a também curitibana Relespública, que não agradou muito com seu CD novo, moralismo demais, acredito ter agradado só o Greenpeace.

Mas outros fatores fizeram dessa noite especial, o ex-integrante Charles Britto, que teve que sair da banda em 2001 quando sofreu um acidente de carro, fez uma participação surpreendente. Segundo o guitarrista Marcos Gonzatto o combinado com Charles era para ele apenas tocar uma música, mas ele subiu no palco sem muletas, tocou três músicas e ainda deu um show de presença de palco quando deitou no chão e delirou ao som da sua antiga banda. “Foi como voltar no início da banda, lá em 1998, 1999”, comenta Marcos.

E por falar em integrante que teve que sair, o Faichecleres afirma para aqueles que achavam que a banda ia acabar depois da saída de Giovani Caruso, que continuam firme, fortes e produzindo. A saída do músico de início gerou um certo desconforto no grupo, Marcos Gonzatto até me disse que “ficou sem chão” com o anúncio de sua saída, mas que o Faichecleres para ele é um exemplo de superação. A entrada do contrabaixista Emidio Jorge em fevereiro, fortaleceu ainda mais a banda. Suas influências, seu conhecimento de harmonia, e o fato de tocar piano (sim, teve até piano no show) está ajudando a evolução do som da banda.

Mas falando em produção, a banda já está divulgando seu terceiro disco, que sai em março. No show que assisti em Curitiba, eles já tocaram algumas musicas desse novo álbum e me contaram em primeira mão o nome desse disco novo: “Uma noite daquelas”, que é também o nome de uma das faixas desse disco.

Em relação às novas musicas, percebi que eles não perderam o “charme” das letras típicas Faichecleres: “Ele gostou de ter duas namoradas”; “No final você vai se humilhar e vai pagar pra ver o meu show”; “Augusta me provoque, vamos brincar com a nossa sorte”, enfim, alguns chamam de machismo, mas todo mundo gosta, pelo menos eu adoro! Mas voltando a esse novo som, achei que as músicas estão com um toque mais pesado, mais inconseqüente, menos “The Who”. E o baterista Tuba me falou que o Faichecleres nunca foi mod “nossas influências são de músicas boas”. Por que será que todo mod não assume que é mod? Quem tiver a resposta me manda um e-mail.

Mas voltando ao novo disco do Faichecleres, como disse está um pouco diferente do que a galera está acostumada, segundo os meninos da banda eles estão em fase de evolução, mas “quem quer ouvir ‘Aninha sem tesão’ ouve o primeiro disco. Quem quer ouvir ‘Garotinha da mamãe’ ouve o segundo”, simples assim, explicou Tuba Caruso.

E além das novas canções da banda, durante o show fui surpreendida por versões das minhas duas bandas preferidas. A primeira do Júpiter Maça, eles fizeram um cover da música “Casalzinho pegando fogo”, e tenho que comentar que a platéia inteira pegou fogo nesse momento. Mas o que mais me deixou surpresa, foram as duas músicas que tocaram do AC/DC, esperava ouvir um The Who, nunca o hard rock dos australianos que não saem da minha cabeça. Mas depois conversando com Marcos Gonzatto, ele revelou que é um grande fã da banda e principalmente do saudoso vocalista Bon Scott.

Mas para finalizar a minha experiência com Faichecleres, tenho que repetir, é uma banda surpreendente. Para quem tentou me alertar dizendo que a banda não é mais a mesma, pode ser que sim, afinal dessa vez Tuba Caruso não lambeu minha orelha (já que, quando estiveram em Maringá, em entrevista ao Garagem, fui vítima de tal fatalidade). Mas diria que o Faichecleres ainda vai permanecer tão bom, tão rock’n roll como sempre foram, e quem sabe deixar seus passos na calçada da fama.