quinta-feira, março 22, 2007

Programa #38 (22/03/2007) - Despedida com Américo de Castro, o Cardoso

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Américo de Castro, o Cardoso, tocando "Medos e Amores"

Bloco 1

- Homenagem a Daniel Guedes, Guedzilla, do Eletrofan
The Honkers - "This Is An Old World"
Shar - "Estação Da Luz"
Eletrofan - "Closed Smile"

- Bandas surda-mudas
Ouvidos Calados - "Duas Vontades"
Ecos Falsos - "O Bom Amigo Inibié"
Silêncio! - "O Que Você Me Fez"

Bloco 2

Entrevista com Américo de Castro, das bandas Nomads e Cardoso's Efusiveness
Versões acústicas de:
"Medos E Amores"
"Spectra"
"As Únicas Coisas Eternas São As Nuvens" (frase de Mário Quintana) / "Nel Mezzo Del Camim..." (poema de Olavo Bilac musicado)
"Cardoso's Song" (cover d'A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia)

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quarta-feira, março 21, 2007

Carnaval e Rock

Por Lizandra Gomes
Fotos por Alexandre Gaioto

Segunda-feira de Carnaval. Com certeza a maior parte das pessoas passou a festa em algum trio elétrico, ou na praia, ou quem sabe em algum clube dançando marchinhas.

Mas o Carnaval da equipe Garagem e de alguns populares foi diferente. Sem marchinhas, sem confetes, e sem lança-perfume, a equipe Garagem pulou Carnaval no Tribo's Bar. Pode até parecer impróprio, mas com as quatro atrações da festa, com certeza valeu muito a pena trocar a viagem para a Ilha do Mel.

A noite começou com Rafael Souza, alguém que, com certeza, os freqüentadores do bar nunca tinham visto pelas redondezas. Rafael é de Manaus. Ele viajou mais de 9.000 km para fazer a mini-turnê no Paraná (Londrina no Grito Rock e Maringá no Tribo's). Sem All Star e sem carteira, o amazonense comanda sozinho um notebook, um violão e uma gaita. O notebook faz a percussão e ele canta e toca músicas no estilo "space rock". O único problema é que devido à chuva e ao Carnaval, a galera não compareceu massivamente.

Rafael Souza de Manaus: voz, violão, gaita, notebook e um banquinho


Depois do Rafael Souza foi a vez dos Droogies de Londrina subirem no palco. Molecada com o espírito punk do rock. A banda chamou mais gente para frente do palco, a galera se animou com o som mais pesado. Quem olha para a cara do Salsicha (baixo e voz) não imagina a potência que tem sua voz, fazendo jus à camisa do AC/DC que veste. Mas o que mais impressiona no show dos Droogies é o guitarrista Felipe Teixeira. Esse, junto com o outro guitarrista, Taniguchi, veste a camisa da banda. O seu diferencial é que ele usa a camisa colada, a calça coxada e cabelo jogadinho. Não, ele não é o Chuck dos Forgotten Boys. Mas me falou durante a tarde, que era muito fã.

Droogies e suas calças apertadas


Durante o show, Teixeira roda a cabeça, 'anda' pelo palco, escorrega com os joelhos no chão, enfim, pratica as atitudes típicas de um bom roqueiro. O show inteiro foi marcado por músicas próprias, com exceção de um único cover que fizeram dos Misfits já no final.


O show mais esperado da noite foi o do powertrio Hacienda. Quando avisei que ia resenhar o show deles, me pediram para falar do figurino, o que na minha opinião, foi o de menos. Na verdade, cada um tem um estilo próprio. Leandro, o baterista, tem um estilo indie, enquanto o guitarrista Victor, que em suas horas não vagas é bombeiro, parecia estar bem à vontade de bermuda e camisa larga com os primeiros botões abertos. O baixista Chenepan parece ser indiferente a tudo isso, de camiseta surrada e calça jeans desbotada como todo baixista que se preze.

Hacienda (SP): um dos shows que você precisa ver na vida


Mas como isso aqui não é desfile de moda, o que vale a pena mesmo dizer, é que foi um show do caralho, se me permitem a expressão, já que era isso que eu ouvia no intervalo de cada música. Alexandre Gaioto assistiu o show dos caras em Londrina e não se continha. Toda hora me dizia: "Muito bom! Muito bom!".

A galera pulou, cantou junto e ficou arrepiada com os gritos de Chenepan. Houve também, pedidos da música "Hacienda Mecanica". Sem falar no baterista mais insano que já vi na vida! Ele mata pau com as baquetas! O rock 'n roll deles é indescritível!

O ponto alto do show foi quando Victor, o guitarrista, em um momento de muita empolgação tocou guitarra com os dentes, levando a galera ao delírio. Em outro momento de extrema empolgação, Victor pulou no meio da galera e continuou a tocar por entre os populares que presenciavam o espetáculo musical.

O último show começou bem, já que quem apresentou a banda, foi nosso amigo e companheiro Alexandre Gaioto: "de Brasília, a banda Mardi Buscolini".

Mardi Buscolini para todos os lados


Os brasilienses começaram e terminaram bem. Seguiram uma linha reta durante o show inteiro. Foi um show divertido, mesmo sem muita insanidade. O que impressiona na banda, são os três guitarristas comportados. O show começou e acabou como se esperava. E assim se foi mais um carnaval!

quinta-feira, março 15, 2007

Programa #37 (15/03/2007) - Entrevista com The Droogies

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The Droogies durante a entrevista tocando "Hey Pretty Baby"

Trilha
The Droogies (PR)
1ª música tocada: "Street Stripper"

Bloco 1
- Bandas e artistas que se perdem
Os Fliperamas (RS) - "Me Procura"
Centeio - "Perdi Por Procurar"
Wander Wildner (RS) - "Pablo, Adonde Estas?"

- Bloco para o poeta maringaense Marciano Lopes e Silva
Guilherme Costa (PR) - "Vergonha"
Madan (PR) - "Câmera Indiscreta"
Rafael Souza (AM) - alguma que a gente não sabe o nome

Bloco 2
Entrevista com
The Droogies
Versões acústicas de "
Hey Pretty Baby" e "Loneliness"

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Extra: Frank The Tank no Fábrica V12 hoje!


Show surpresa no Fábrica V12 (antigo Fábrica Rock) do Frank The Tank.
Será o show de despedida de Renan Zanatta, vocalista, que está de mudança para o litoral.

Ingressos por R$5 até a 00h 30 ou apresentando R.A.

Aproveite! Prestigie!

quinta-feira, março 08, 2007

Programa #36 (08/03/2007) - Entrevista com Bazar Pamplona

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Bazar Pamplona durante a entrevista no Estúdio B
Trilha
Bazar Pamplona
1ª música tocada: "A Música Que Ninguém Nunca Escutou"

Bloco 1

-
Homenagem a Elias Gomes de Paula e suas indicações de bandas duvidosas
Urbanóides - "Brave New World"
Terminal Sul - "Eu Não Sei"
Toni Madeira - "Osso Duro De Roer"

- Bloco em homenagem a Fernando Rosa, o Senhor F
Beto Só - "Isadora"
Suíte Super Luxo - "Ad Hoc"
Super Stereo Surf - "Tuff Tuff, O Rebelde"

Bloco 2

- Entrevista com Bazar Pamplona
Versões acústicas de
"Curta-Metragem"
"Só Pra Te Ver Um Pouco"
"Um Dia Cor De Laranja"
"Declaração"
"O Banana" (cover de Superguidis)
"Quem Eles Pensam Que São"

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sábado, março 03, 2007

Grito Rock Londrina

Por Alexandre Gaioto

O Grito Rock, festival de rock and roll que aconteceu simultaneamente em 15 cidades brasileiras, entre os dias 17 e 21 de fevereiro, não deixou o Paraná fora do mapa. Em Londrina, o festival teve divulgação pesada, contou com belos novos nomes do rock e ainda foi agraciado com o não comparecimento massivo do público.

O Grito londrinense foi divulgado no jornal Folha de Londrina - o maior da cidade - e até na Jovem Pan. Isso deixa claro uma diferença cultural muito grande, já que no Paraná, ao contrário das outras 14 cidades que produziram o Grito, o público tem o costume de aproveitar o feriado e descer para o litoral. Mesmo assim, correndo o risco de não restar ninguém em Londrina, os shows foram agendados. Aplausos à organização pela coragem!

Bom, a noite começou com uma surpresa. O GAF, de Londrina, se apresentou com energia e peso surpreendentes. Com influências de Limp Bizkit e Rage Against, os caras contam até com um DJ. O vocalista Marcelo dos Santos, o Sapão, explica que a paixão pelo skate e por essas duas bandas fizeram com que o GAF (Garotos Antenados Falantes) surgisse. Sapão é um cara politizado. Tanto que no final do show, ele gritou por paz. Sapão até compôs uma música sobre George Bush e Saddam Hussein. Ele explica o engajamento pacifista no show e o efeito causado: “A melhor parte do show é quando a bateria fica tocando, aí ela (bateria) pára e eu grito e peço para todo mundo gritar PAZ. E paz é o que todos nós queremos. Você não quer paz?”. O pacifista revela ser um admirador -em parte- do vocalista do U2, Bono Vox: “o problema é que ele faz isso pra ganhar dinheiro”. Palmas para Sapão.


O pacifista Sapão

Os segundo a se apresentarem já são conhecidos dos assíduos leitores do blogue: Junkie Bozo. Belo trabalho o dos caras! Belo também era o vestido de Tais Ponti, a incrível, a fantástica, a inconfundível baixista da banda. Junkie Bozo nunca seria Junkie Bozo, sem Tais Ponti e seus vestidos exóticos. A primeira coisa que Thais disse quando me viu, foi: “Dessa vez não é de bichinho!” e apontou para o seu vestido. Esperto como uma raposa, astuto como um leão, eu aproveitei e olhei bastante. O vestido, claro. Depois de alguns minutos, balancei a cabeça concordando que realmente não era de nenhum bicho. Notei que o belo vestido verde de Tais deixava aparecer nas costas um pedacinho de tatuagem em forma de tablatura. Com um sorriso amável, Tais explicou que fez aquela tatuagem há uns dois anos, e que aquela era a tablatura de “All you need is love”, dos Beatles. Maravilha!!! Aproveitei para questionar algo que já queria perguntar a muito tempo. Os vestidos exóticos são uma arma na sedução? “Não..simplesmente eu”. Tais tem um armário cheio de vestes “exóticas”: “Eu tenho vestidos de cobra, onça e zebra. Só não tenho de vaca!”, revelou a incrível Tais Ponti com um delicioso sorriso nos lábios e um par de sapatos de oncinha nos pés.


Taís Ponti e seus exóticos pés de oncinha

Depois do Junkie Bozo, os roqueiros inconseqüentes do Hacienda incendiaram por completo o Berimbar. Um show simplesmente eletrizante, do início ao fim. O trio apresentou um punk rock em essência, mas um show que foi além, revelando as qualidades individuais e a qualidade coletiva da banda. Um baterista brilhante, vocais ora gritados, ora rasgados, ora intimistas... Foi um show intenso. A prova da intensidade louca que o Hacienda faz em suas canções está em “All you got”, “Hacienda Mecânica” e em todas as outras do repertório. E já que estamos comentando o vestuário com certa freqüência nas resenhas, vale atentar para a moda particular do guitarrista Victor. O cara usa um grosso meião de futebol azul, uma bermuda branca jeans e uma camiseta havaiana (sem o colar típico). Uma moda bem particular. Eu já conhecia o trabalho dos paulistanos do Hacienda e não achei que eles fossem capazes de reproduzir ao vivo o primoroso Ep “Hunting Season Open” (disponível gratuitamente no site

www.hacienda.com.br ). Não continue essa leitura antes de baixar o EP.


O baixista e um dos vocalistas do Hacienda, Fábio Chenepan

Hacienda rolando por aí e agora é a hora do Silêncio. Thiago Ponti, irmão da incrível, a fantástica, a inconfundível, Tais Ponti, lidera a banda londrinense. Fazendo caras e bocas, o guitarrista e jogral, Thiago, deixa se levar pelo clima da banda e não se segura em cima do palco. Dançando conforme a música, Thiago Ponti sofre, pula e viaja enquanto executa as canções. Totti, no baixo, também se esforça para acompanhá-lo. Silêncio é uma banda que já está pronta e que não fica, em hipótese alguma, “presa” ao público. É uma banda que se diverte com muita competência e faz um show sincero, com músicas sinceras.


Thiago Ponti não se segurou

Depois de Thiago, Totti e companhia, é hora da banda de Brasília, Mardi Buscolini. Assim como Hacienda (SP), sou fã do som dos caras. Antes do show, em conversa reservada (banhada a algumas cervejas), o vocalista Thiago Sabadini polemizou: “Os caras do Fresno não são ruins!”. A declaração foi o suficiente para despertar o riso e a revolta coletiva dos integrantes da Mardi - incluindo as respectivas namoradas. André, o produtor, disse para Thiago parar de falar “merda” e que ele já estava “queimando o filme da banda”. Em meio a um certo tumulto, Thiago tentava consertar, dizendo que a música era ruim, mas os músicos, individualmente, eram bons. Muitas risadas. Quase uma tragédia. Thiago é um cara de opinião. Há alguns anos atrás roubaram o seu Fusca amado. Talvez a falta do Fusca seja a grande responsável por seu gosto por Fresno.

O show! Recuperado o clima de paz, a banda sobe ao palco não sem certo espanto com a rapidez com que as coisas estão acontecendo. Afinal, a Mardi Buscolini fez ali o seu 5º show. Em cima do palco, a Mardi Buscolini leva três guitarras bem trabalhadas, um baixo criativo e o vocal melancólico de Thiago. Entre os guitarristas, destaque para André, que parece sempre estar recebendo “entidades” enquanto olha para o teto e fica a balançar levemente o corpo, como se o seu próprio corpo estivesse possuído por um espírito, fantasma, ou algo do gênero.

Um problema técnico esfriou um pouco o show dos caras. Só um pouco. Logo em seguida, desfilaram as excelentes “Antemanhã” e “Encontro”. Os caras encerraram com “Intervalo”, o suficiente para que eu ficasse entoando mentalmente o refrão “Cair sobre o mundo é um risco lá lá lá...”. Uma coisa incrível: A demo da Mardi tem a surpreendente rejeição zero!


Mardi Buscolini agora sem Fusca

A próxima atração da noite, o Trilobit, de Londrina: Nunca tinha visto o show do Trilobit. Dj, baixo e guitarra, eis a receita para o público não ficar parado um segundo! Todos os músicos usam macacão verde. O baixista que tem sua identidade preservada a sete chaves, só toca com uma máscara de macaco. Já o Dj, usa um óculos de operário de construção e constantemente realiza gestos obscenos. É, é uma banda bem diferente. Um rock quase debochado e contagiante. Questionei algo sobre os macacões e dois integrantes ficaram durante cerca de dez minutos (é sério) tentando lembrar qual a data do primeiro show em que usaram os macacões. A divergência era que um deles dizia que foi no show realizado na galáxia Osbourne, em 2008, e o outro músico, revoltado, dizia que não. O show teria, sim, acontecido na Galáxia Osbourne, mas no ano de 2010. É, eles são estranhos.


Os verdes do Trilobit distantes da Galáxia Osbourne

Mas não menos estranhos do que Raphael Souza, o Jungle Boy. O homem que veio (sozinho) de Manaus, com uma bagagem extremamente portátil: 2 mochilas, um laptop, um violão e uma carteira portando seus documentos. Raphael Souza, o Jungle Boy, fechou a noite com chave de ouro. Seu show intimista mistura músicas acústicas em formato folk, com música eletrônica. E adivinha quem Jungle Raphael angariou para a primeira fila do show? Quem? Quem? Quem? A fantástica, a incrível, a inconfundível baixista do Junkie Bozo, Taís Ponti. Taís estava lá, praticamente abduzida pela voz doce e melancólica de Raphael Boy. A moça não desgrudou um segundo (um segundo!) da frente do palco, de tão envolvente que estava o show.

Jungle é uma figura estranha. Apresenta um show fantástico com voz, violão e gaita. Canções próprias, belas melodias, um belo show. Mas a parte que Raphael Jungle mais gosta é a parte em que ele larga o violão, corre em direção ao laptop e solta voz. Sem o violão!!! Artista audacioso, Raphael não pára por aí. Num dado momento, larga até o microfone. Ele assume a posição de DJ e executa uma base de sua autoria. Sem violão, sem gaita e sem microfone. O destemido Raphael Boy enfrentou não só o público londrinense, mas também o maringaense, abrindo a noite que contou com o Hacienda, Mardi Buscolini e os Droogies no TRIBOS BAR. Se aqui em Maringá ele encantou e surpreendeu com “Like a Rolling Stones”, de Bob Dylan, por lá ele mandou no violão “Blackbird”. Corajoso, Jungle Souza fez até um cover de Depeche Mode, em Londrina. É realmente um artista que ama seu trabalho e que luta para realizá-lo.

Ao término da apresentação, Raphael desliga seu violão do cubo e se depara com a ausência de sua carteira! O erro de Raphael! Ter deixado sua carteira em cima do amplificador. A fantástica, a incrível, a inconfundível baixista do Junkie Bozo, Taís Ponti, não consegue esconder sua irritação. Ela tenta se lembrar de todas as pessoas que poderiam ter roubado a carteira do Jungle. Mistério. Suspense. Luzes acesas, todos procurando a carteira. Alguém comentou: “Roubo? (gargalhadas) Isso é no que dá chamar gente de Brasília!!!”. A piada não funciona. O imbecil autor da piada ri sozinho, perde a graça e depois se redimi “Estou brincando”. Incrível como em todo momento de tensão sempre surge um imbecil com uma piada imbecil. Mas foi engraçado.


Quem roubou Raphael Souza, o Jungle Boy, não tem coração

Tais consegue se lembrar de alguém que se aproximou de Jungle Raphael, no final do show. Raphael se recorda desse cara também. Ele se aproximou para cumprimentá-lo e confessou ser um fã. Pois bem, esse fã não era um fã. Era um larápio disfarçado de fã. Um marginal. Um imbecil.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Programa #35 (01/03/2007) - Entrevista com Daniel Lopes, do Reverse

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Daniel Lopes, entrevistado no segundo bloco do programa de hoje


Trilha: Reverse
1ª música tocada: "Vazio"

Bloco 1

- Bandas e pessoas que acreditam no potencial do Garagem
Hello Crazy People - "Pilhas, Trilhas E Beliaques"
Anacrônica - "Deus E Os Loucos"
Cosmic Poodle - "Condenados"

- Especial para o show do dia 24/02 no Tribo's
Lamborguines - "Tema De Romance"
Chernobils - "Cheap Drinks"
The Droogies - "Find Out"

Bloco 2

- Entrevista com Daniel Lopes, vocalista e guitarrista do Reverse
Versões acústicas exclusivas de "O Dia Em Que Você Seria Eu", "Tempo E Espaço", "E Pronto" e "Não É Tão Mal".



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domingo, fevereiro 25, 2007

Programa #34 (22/02/2007) - Entrevista com Astronauta Pingüim

Astronauta Pingüim tocando "Virgínia" nos estúdios da Rádio Cesumar

Trilha: Astronauta Pingüim
1ª música tocada: "Lisa Boyle"

Bloco 1

- Músicos maringaenses que fazem anos em fevereiro
Américo Cardoso, "Spectra"
Alexandre Gaioto, "Bem Ao Certo"
Guilherme Tadeu, vulgo "Peruca", do Zero Bhala, "Trio Piano"

- Toni Madeira, a nova cara do pop
Planar, "Deixar Cair"
Hereges, "Balada Triste"
Toni Madeira, "Osso Duro De Roer"

Bloco 2

- Entrevista com Astronauta Pingüim
Versões de teclado, violão e bongô das músicas
"Virgínia", dos Mutantes
"Je t'aime... moi non plus", de Serge Gainsbourg e Jane Birkin
"Rocket Man", de Elton John


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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Pamplona, Pamplona, Pamplona

Por Thiago Soares
Fotos por Jorge Mariano

Dia 10 de fevereiro, show no Fábrica “Rock”. O dia prometia muitas coisas, a começar por Alexandre Gaioto que abriria a noite de forma esplêndida, com seu violão e sua voz. Alexandre amarelou.

Na verdade ocorreram alguns problemas no violão do Gaioto, impossibilitando-o de executar suas canções próprias e seus maravilhosos covers das mais diversas bandas independentes desse país. Pois bem, Alexandre, fica para a próxima.

A primeira banda que subiu ao palco – já que o show de Gaioto não rolou – foi o Junkie Bozo de Londrina. Em primeiro lugar, devo sinceras desculpas a Taís Ponti, a baixista do Junkie Bozo. Antes de subir ao palco ela me procurou e tirou satisfações sobre a minha última resenha. Nessa tal resenha, eu escrevi: “A baixista da banda, Taís Ponti – que trajava um exótico vestido de oncinha...”. O vestido aqui citado, como me corrigiu Taís, não era um “exótico vestido de oncinha”, e sim um exótico vestido de zebrinha. Minhas sinceras desculpas, Taís, prometo que não erro mais.

Cleber vocalista do Junkie Bozo derretendo o coração do público maringaense

Depois do Junkie Bozo – que dessa vez contava com Taís trajando um lindo vestidinho de bolinhas – quem subiu ao palco foi o Bazar Pamplona. O show do Bazar Pamplona é um espetáculo. Antes dos caras subirem ao palco, uma vinheta de abertura iniciou o show. Enquanto rolava a vinheta, os integrantes da banda subiram ao palco com seus bigodes postiços e começaram a tocar. O som – bem mais guitar ao vivo – contagiou todo mundo. A galera dançava, cantava e pedia músicas ao Bazar Pamplona. Um show inesquecível para muitos. Vários instrumentos “diferentes” são usados durante o show, até um megafone.

Estêvão e seu megafone

O show do Bazar fez o Fábrica Rock Bar lotar. Já o show da Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia sofreu com a falta de público. Isso devido a demora da “organização” do bar em abrir o ambiente. Mesmo assim, os turcos mandaram bem em cima do palco, destaque para a música “Mulher Que Vai a Missa Usa Calça Jeans Em Casa 2”, que foi executada em extrema perfeição, alegrando assim os fãs da banda e também os fãs e integrantes do Programa Garagem.

Hassen Palim, o guitarrista mais turco do mundo

Todos os shows foram bons, mas quem realmente surpreendeu foi o público maringaense que se fez presente na festa.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Programa #33 (15/02/2007) - Entrevista com Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria


Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria são entrevistados e fazem a trilha de hoje

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Bloco 1

1ª música tocada: Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria, "Secos & Molhados"

- Show especial no Tribo's com bandas do Grito Rock Londrina
The Droogies, "Street Stripper"
Hacienda, "Mecânica"
Mardi Buscolini, "Intervalo"

- Bandas que Gomes conheceu nas férias
The Jonh Candy, "Come To My Life"
Olho-De-Peixe, "Hoje Meu Mundo É Bom"
Chilli Mostarda, "Maveco"

Bloco 2

- Entrevista com Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria
Versões acústicas de
"Os Olhos Nas Asas De Uma Mariposa"
"Do Amor De Morte" (vídeo)

"Adormeci Te Esperando" (vídeo)


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terça-feira, fevereiro 13, 2007

Bazar Pamplona passou pelo Garagem

No última dia 10 a banda paulista Bazar Pamplona possou pelo Programa Garagem. Em breve soltaremos no ar a entrevista com os caras da banda, mas enquanto isso não acontece você pode assistir alguns videos no YouTube.



Quem eles pensam que são?

sábado, fevereiro 10, 2007

Programa #32 (08/02/2007) - Entrevista com Superguidis e Forgotten Boys


Superguidis faz a trilha do programa de hoje


Bloco 1
1ª música tocada: "Ingleses Não Usam Mullets"

- Especial para o show do Bazar Pamplona dia 10/02
Mardi Buscolini, "Antemanha"
Alexandre Gaioto, "James, O Andarilho Solitário" / "Na Hora Do Almoço" (acústico) (côveres d'A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia e Belchior)
Bazar Pamplona, "Eu Tomo Uma Pepsi E Ela Pensa Em Divórcio"

- 1ª parte da entrevista com Superguidis e Forgotten Boys

Bloco 2

- 2ª parte da entrevista com Superguidis e Forgotten Boys

Versões acústicas de:
"O Banana" e "Piercintagem", da Superguidis
"Hey Hey Hey", dos Forgotten Boys

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Filho de filho da puta, filho da puta é!

Por Thiago Soares

Londrina mais uma vez prova a sua força no cenário independente. Em pouco tempo, é o segundo festival de música independente que Londrina promove, isso tendo já um terceiro agendado. Isso tudo graças a algumas pessoas como Totti (baixista do Silêncio!), Felipe Teixeira (guitarrista dos Droogies) e Marcelo (baixista do TrilöBit). O festival da vez é o Londrirock Verão. Uma ótima organização e divulgação - antes do inicio do festival – já mostravam que seria um sucesso. E foi.

A festa começou por volta da meia noite, quando subiu ao palco a banda londrinense Useless. Com um impecável vestidinho preto, a guitarrista do Useless já chamava a atenção da galera que se reunia em frente ao palco à espera do inicio do show. Era um show de despedida, no começo do show, o baterista e vocalista – a guitarrista também canta – anunciou ao público – que mal prestou atenção: “nós somos o Useless e esse é nosso último show”. Uma pena. O Useless abriu o festival de forma impressionante, com ótimas músicas próprias e alguns côveres que fizeram o público cantar e dançar.

Useless: despedida na abertura do festival

Quem subiu ao palco – meia hora depois – foi o pessoal do Flattermaus. Flattermaus aparentemente é uma banda curiosa. Na bateria se destaca um rapaz visualmente incompatível ao restante da banda, isso porque ele mais parece um integrante dos Forgotten Boys do que do Flattermaus e na guitarra Petrônio exibe suas habilidades com um jeito ímpar de tocar. Mas visual e estilo não dizem nada. O Flattermaus mostrou muito entrosamento no seu som. "Um som “alternativão”, como bem definiu Hassanz Palim.

Flattermaus e seu som "alternativão"

Depois do Flattermaus veio o Junkie Bozo, a terceira e última banda londrinense do primeiro dia de festival. O Junkie Bozo fez moças dançarem e cantarem ao som de suas músicas com fortes influências de Los Hermanos. A baixista da banda, Taís Ponti – que trajava um exótico vestido de oncinha – interagia, conversava e ria com o público – ou pelo menos com seus amigos. O vocalista e o baterista – Cleber e Luciano, respectivamente – eram mais sérios, profissionais e concentrados, enquanto o guitarrista Rodrigo Martins, se divertia ao tocar. Martins dançava e pulava, além claro de vestir seu nariz de palhaço em certo momento do show.

Taís Ponti, seu exótico vestido e os caras do Junkie Bozo

A primeira banda maringaense a subir no palco foi The Stoned Sensation. Os caras tocaram muito alto. As primeiras três músicas levaram a galera ao delírio com os gritos de Franciano e as fortes palhetadas de Fábio. Depois, quando André assumiu a guitarra e Franciano foi para a bateria a coisa mudou um pouco. Não para o público, que continuava a delirar no show dos caras – destaque para uma loira que se posicionava ao lado direito do palco, que enquanto fazia movimentos repetitivos com a cabeça, simulava tocar insanamente uma air guitar. Com André nos vocais os gritos sumiram, porém não as guitarradas da banda. Franciano com seu jeito particular de tocar bateria não deixou a desejar e com o fim do show agradeceu ao “mais um” que o público gritava e a contra-gosto do técnico de som, pulou de volta para bateria e puxou a música “See That Girl”. Foi o melhor show do Stoned Sensation que vi até hoje e com certeza vai ficar marcado para o público londrinense que aplaudiu muito.

The Stoned Sensation levando os londrinenses à loucura

Quem fechou a primeira noite do festival foram os maringaenses da VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia. Os caras já subiram no palco loucos. Afinal era uma noite de novidades. Hastan Palim pela primeira vez tocava em cima do palco, junto com os seus outros irmãos. Hastan Palim assumiu a bateria de Hakan Palim, afastado da banda para se purificar – ele fez sexo durante o Hamadan. Com a entrada espetacular de Hastan Palim, a banda tomou um novo gás e já tocou nesse primeiro show do ano, novas músicas. Músicas como “Filho De Filho Da Puta, Filho Da Puta É!”, e uma versão da música “Beat On The Brat”, dos Ramones. O show foi espetacular, o publico londrinense foi à loucura. O dono do bar foi à loucura. Os Palins foram à loucura. Poderia passar o resto dia contando com detalhes como foi o show histórico dos Palins, mas aí, no próximo deles, você não acharia tão selvagem.

Os Palins em show de estréia do irmão perdido Hastan

O primeiro dia do Festival Londrirock Verão foi foda. Muitos shows bons e ótimas oportunidades para bandas daqui da cidade.

domingo, fevereiro 04, 2007

Programa #31 (01/02/07) - Entrevista com Revoltz/Especial Londrirock Verão


A trilha fica por conta da Revoltz, banda entrevistada do Garagem hoje


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Bloco 1

- Bandas que participam do primeiro fim de semana do Londrirock Verão
Flattermaus, "King Of No Believes"
Lamborguines, "Há De Haver"
Junkie Bozo, "Alien"

- Bandas que participam do segundo fim de semana do Londrirock Verão
The Droogies, Street Stripper
Yellow Woodpecker - Turtle Race
Ouvidos Calados - Duas Vontades


Bloco 2

- Entrevista com Revoltz
Versões acústicas de:
"Ina"
"Autista"
"O Capítulo"

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Programa #30 (25/01/07)

O álbum "O Dia Em Que Seremos Todos Felizes", d'A Inimitável
Fábrica de Jipes (PR) faz a trilha do programa de hoje

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Trilha
A Inimitável Fábrica de Jipes
1ª música tocada: "On The Road Para São Tomé"


Bloco 1

- Maringaenses inéditos no Garagem
TheJohnes Project, "Cidadão Integrado"
Festim Circense, "Calvário"
Daniel Rangel Curvo, "Quando Eu Acordo"

- Promoção "Quero Namorar Com Fábio Gabriel, o Baiano"
Lunar 4 (RJ), "A Melhor Amiga"
Monno (MG), "O Silêncio"
Bárbara E Os Perversos (RJ), "Balaio de Caranguejo"

Bloco 2

- Bandas de Maringá que lançaram CD em 2006
Elven, "Contando Estrelas"
The Stoned Sensation, "Yellow Monkey"
Seres Inteligíveis Vindos do Hiperurano, "São Jorge"

- Bloco de quem não viajou
Os Flutuantes (RS), "Perto De Mim"
Lamborguines (PR), "Outro Amor"
Os Efervescentes (RS), "Por Que Não Relaxar"

segunda-feira, janeiro 22, 2007

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Programa #29 (18/01/07)

Noção de Nada: hardcore carioca na trilha do Garagem de hoje


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Trilha
Noção De Nada (RJ)
1ª música tocada: "Ímpar"


Bloco 1

- Músicas para corfortar Thiago na praia
The Dead Rocks (SP), "Themme For Rocks Is Dead"
Apanhador Só (RS), "Damas"
Charme Chulo (PR), "Barretos"

- Bandas que têm relação com pessoas famosas
Os Efervescentes (RS), "Sentado na Janela"
Undaddy Cover (PR), "Faithless, War, Tanks, Greed, Government, A Lot Of Bombs"
Forgotten Boys (SP), "Rock And Roll Band"


Bloco 2

- Sugestão de Hassen Palim: bandas com guitarristas orientais
Ecos Falsos (SP), "Revolta da Musa"
Astromato (SP), "No Macio, No Gostoso"
A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia (PR), "1969"

-
Bandas mais votadas na comunidade da Sonic Flower Club
Ludovic (SP), "Mais Um Vexame Para A Minha Coleção"
Júpiter Maçã (RS), "Síndrome de Pânico"
Faichecleres (PR), "Flying To Me" (1ª versão de "O Novo Terno Velho")


Músicas do Noção de Nada usadas na trilha:
"Bem Estar II"
"Mentiras, Verdades e Conhaque"
"Feliz"
"Mais Um Fim"
"Antes da Enchente"
"Copacabana"
"Quando Palavras Não Me Machucarem Mais"
"Já, Já, Sossego"

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Programa #28 (11/01/07)

Os Faichecleres, de Curitiba, fazem a trilha sonora de hoje

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Trilha

Faichecleres (PR)
1ª música tocada: "Bajulações, Modéstia À Parte"

Bloco 1

- Músicas para viagem
Músicas Intermináveis Para Viagem (RS), "Ferry Boat"
Viagem Perdida (SE),"Maha"
Banda Khaos (SP), "Viagem No Cosmo"

- Homenagem ao Baiano - Bandas que provam que o rock não morreu
O Lendário Chucrobillyman (PR), "Carmen"
Rockz (RJ), "Nunca Me Diverti Tanto"
Chernobils (PR), "Fading Away"

Bloco 2

- Alexandre Gaioto, o invasor de palcos
A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia (PR), "1969"
Relespública (PR), "Nunca Mais"
Nomads (Américo Cardoso) (PR) , "Eucásia"

- Bandas com sites legais
Imperdíveis (SP), "Magnética"
Supercordas (RJ), "Sobre O Calor"
Subtropicais (RS), "Cinema Do Céu"

Músicas dos
Faichecleres usadas da trilha:
"O Novo Terno Velho"
"Metida Demais"
"Garota Do Bar"
"Isso Não É Tão Mal Assim"
"Lado B"
"A Melhor Amiga"
"Indecente, Imoral & Sem Vergonha"

terça-feira, janeiro 09, 2007

Insanidade total no "Bota Fora" do Zero Bhala

Por Alexande Gaioto
Fotos por Alexandre Gaioto e Thiago Soares

I
nsanidade é a palavra que melhor define o “Bota Fora”, a jam das bandas maringaenses. O show contou com a presença de várias bandas como Frank The Tank, Zero Bhala, Godfather Blues, Gramofone, Elven, e A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia.

Zero Bhala deu início ao rock com seu show complexo e elaborado. Saulo dividido entre o metal e a distorção, Ben Hur com seu baixo bem trabalhado, e Guilherme Tadeu com o carisma que lhe é peculiar dividem as atenções num primeiro plano. No lado esquerdo do palco, posicionado estrategicamente na penumbra, um tecladista sinistro. Aparentemente simpático, mas sinistro. Tudo escoltado cuidadosamente pela bateria de Davi. Para Rafael Zanatta, do Frank The Tank, os caras do Zero Bhala fazem um “trabalho brilhante”.

Zero Bhala e seu rock complexo e brilhante

O Destaque do Frank The Tank vai para o cover de Kings Of Leon. Os talentosos irmãos Zanatta alcançam a perfeição nesse cover. Vale destacar também os gritos de Renan. Gritos que não desafinam. Gritos fantásticos.

Renan em seus gritos incríveis

O trio Elven fez uma breve apresentação. Alguém da galera pediu “O Palhaço”, despertando uma preocupação de Thiago Soares. Thiago questionava-se onde estariam posicionados os explosivos do Elven. Para conforto e segurança de todos nós, dessa vez não houve bombas nem confetes estourados durante a música “O Palhaço”.

Elven, dessa vez sem explosivos

Num certo momento, alguém disse: “Cara, agora é Gramofone! Vai tocar agora a melhor banda cover de Beatles de Maringá!”. Confesso que duvidei. E duvidei muito. Afinal, a banda tinha em sua formação um simpático japonês gordinho e o tão sinistro tecladista do Zero Bhala. Eu não deveria ter duvidado.

Gramofone, a melhor banda cover de Beatles de Maringá

Hassanz e Hassen Palim, representando a Família Palim, marcam a insanidade em forma de rock. Vários invasores no palco: Guilherme Tadeu (Zero Bhala), irmãos Zanatta (Frank The Tank), Saulo (Zero Bhala), e até esse que vos escreve. Isso sim é socialização musical. Lá se foram os hits: “O papa tem artrite”, “O Acre não existe, porra”, “A Burkha” e “Esse sim é um verdadeiro...” para delírio da galera, que também ganhou um microfone na frente do palco e cantava os refrões com toda empolgação. Insanidade total.

Gaioto na bateria, Saulo no baixo e Hassanz nos vocais

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Programa #27 (04/01/07)

Ludovic faz a trilha sonora do programa de hoje.
Na foto, a banda em ação no Goiânia Noise Festival de 2005

Para ouvir clique aqui


Trilha

Ludovic (SP)
1ª música tocada: "Você Sempre Terá Alguém A Seus Pés"

Bloco 1

- Bandas nunca antes tocadas no Garagem
Lenzi Brothers (SC),"Abstinência"
Damn Laser Vampires (RS), "Louvre"
Jeans (RS), "Senta Aqui"

- Homenagem ao irmão de Lizandra Gomes, Gomesinho
A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia (PR), "A Rua Melvin Jones"
The Dead Rocks (SP), "Banana Hit"
Charme Chulo (PR), "A Beleza E A Dor De Sua Alma"

Bloco 2

- Bandas que moram longe - Sugestão de Talyta Singer
Macaco Bong (MT), "Rancho"
Los Porongas (AC), "Lego de palavra"
Mezatrio (AM), "Despacho"

- De como Alexandre Gaioto não fez seu bloco do Garagem;
Porcas Borboletas (MG), "Lembrancinha";
Américo de Castro (Cardoso) (PR) (Nomads), "Spectra (acústico no Programa Garagem)"
Os Dissonantes (PR), "Amor Retrô";

Músicas do Ludovic (SP) usadas na trilha:
"Boas Sementes, Bons Frutos"
"Repetição Insignificante"
"Trégua"
"Nós, Os Milionários"
"C. V. V."
"Servil"
"Teoria E Prática Na Voz De Um Veterano Ofegante"